segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As necessidades de acordo com Maslow... E a Pirâmide de Maslow adaptada a vendas

Você conhece a hierarquia de necessidades de Maslow?
Não? Dê uma boa olhada na pirâmide abaixo:

Clique na imagem abaixo para visualizá-la melhor:

De acordo com o Wikipédia a hierarquia de necessidades de Maslow, é uma divisão hierárquica proposta por Abraham Maslow, em que as necessidades de nível mais baixo devem ser satisfeitas antes das necessidades de nível mais alto. Cada um tem de "escalar" uma hierarquia de necessidades para atingir a sua auto-realização.

Maslow define um conjunto de cinco necessidades descritos na piramede.

  • necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome e sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
  • necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
  • necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
  • necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
  • necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: "What humans can be, they must be: they must be true to their own nature!".

É neste último patamar da pirâmide que Maslow considera que a pessoa tem que ser coerente com aquilo que é na realidade "... temos de ser tudo o que somos capazes de ser, desenvolver os nossos potenciais".

Entretanto existem várias criticas a sua teoria, a principal delas é que é possivel uma pessoa estar auto-realizada, contudo não conseguir uma total satisfação de suas necessidade fisiológicas.

Legal, não é? O mais interessante é que é muito verdadeira a hierarquia proposta por este grande psicólogo americano.

Na e-zine da Revista Venda Mais do dia 30/06/08, no 4° ponto desta, eles falam sobre a Pirâmide de Maslow adaptada a vendas - Como identificar as seis motivações de compra.
Esta teoria da Pirâmide de Maslow, em sua forma adaptada a vendas, mostra que praticamente todas as pessoas compram por uma das seis motivações. A que for mais forte define a compra. Aprenda, então, a identificar a principal e faça a abordagem certa para cada uma.

  1. Obter Lucro - Quer ter vantagem, aceita riscos e desafios e deseja transformar o que foi comprado em dinheiro;
  2. Evitar Perda - Tem mais medo de perder que vontade de ganhar. Arrisca pouco, gosta de tudo "garantido" e teme ser enganado.
  3. Evitar Dor - Não quer se preocupar e aceita pagar mais caro por isso. Quer as coisas simples, sem demora e que não tenha necessidade de envolvimento.
  4. Sentir Prazer - Gosta de conforto e beleza, mas para sua satisfação pessoal não se interessa pela opinião dos outros. Costuma se envolver em todos os processos de compra.
  5. Aprovação Social - O principal propósito é o pretígio, o status. Exibicionista, importa-se muito com a opinião alheia.
  6. Auto-Realização - Já atingiu praticamente todos os objetivos pessoais e financeiros na vida. Normalmente, é uma pessoa mais madura. Muitas vezes, está comprando para presentear alguém.
Por qual dessas necessidades você gosta de comprar? E quando você quer vender, já sabe, então, como reconhecer as 6 necessidades dos compradores?

Tenha uma ótima segunda-feira!

Abraço,

Fique na Paz!

domingo, 28 de setembro de 2008

Uma palavra que afasta


Vocês sabem que sou um exímio pesquisador de textos, frases e estou sempre atrás de novidades, por isso quero compartilhar esse texto que achei maravilhoso, pois podemos aplicá-lo, não somente, nos negócios mas em todos os momentos de nossa vida.

Ser positivo é um a virtude.

Uma palavra que afasta

Por João Carlos Rego (www.diadocliente.com.br)

NÃO, adv. Expressão de negação, antônimo de sim; de modo nenhum; partícula expletiva ou de realce; s.m., negativa, recusa.
Dicionário Cultural da Língua Portuguesa


“Pois NÃO, posso ajudá-lo ?” ; “NÃO trocamos mercadorias aos sábados”; “NÃO aceitamos cheques de terceiros”; “NÃO é permitido isso, NÃO pode aquilo...
Você já parou para pensar na quantidade enorme de “NÃO” que recebe diariamente ? E o que é pior: a maneira como esses “NÃOs” são ditos; às vezes parecem que são proferidos até com uma certa dose de prazer.
Leia novamente a definição acima. O NÃO é uma recusa, afasta; muitas vezes machuca, dói. É uma palavra que ninguém gosta de ouvir. Muitas dessas negativas repercutem na gente como se fossem um NÃO recebido no altar, na hora do casamento. Um NÃO na hora da promoção no emprego. Um NÃO na hora da busca de uma chance, de uma oportunidade.
As diligentes secretárias dizem: “O Sr. fulano NÃO pode atender agora, está em reunião”. Até nas secretárias eletrônicas: “No momento NÃO podemos atender, após o bip deixe seu recado” E de NÃO em NÃO nossos dias vão passando. E o stress aumentando.
É óbvio que em muitas situações existe realmente a impossibilidade de servir, de atender aos pedidos, às solicitações. O problema, muitas vezes, é maneira como a negativa é expressada; a maneira de dizer “NÃO”.
Se procurarmos e tivermos boa vontade, podemos externar a recusa de uma forma muito mais agradável e simpática. Basta, para isso, dizer a mesma coisa com outras palavras. Por exemplo:

- Em vez de “NÃO trocamos mercadorias aos sábados”, diga:
‘“Em caso de necessidade, efetue a troca de sua mercadoria de Segunda à Sexta-feira”.
- Em vez de “NÃO aceitamos cheques de terceiros”, diga:
“Para pagamento em cheque, apresente, por favor, sua carteira de identidade”.
- Em vez de “NÃO é permitido fumar”, diga:
“Para seu conforto e comodidade, é permitido fumar somente nas mesas externas”.
- Em vez do clássico e desgastado “Pois NÃO, posso ajudá-lo?”,
solte um sorriso bem natural e expontâneo e diga “Bom Dia/BoaTarde/Boa Noite, em que posso servi-lo ?”, ou “Olá, o que o traz à nossa loja hoje ?”

Nos casos de recusa por telefone, demonstre boa vontade e sincero interesse pelo interlocutor; anote seu nome, número do telefone e o recado. Prometa-lhe que irá retornar a ligação e retorne realmente. Pior ainda do que um NÃO, é prometer que irá ligar e depois deixar de cumprir o que prometeu.
Nos dias de hoje, as pessoas estão cada vez mais sensíveis. As intensas mudanças na ordem econômica mundial, a concorrência acirrada, as enormes exigências no mercado de trabalho, a necessidade de resultados cada vez mais imediatos, a busca incessante pela informação e pelo aperfeiçoamento, fazem com que o tempo se torne cada vez mais escasso. Além disso, concorrem para o aumento do “stress” a insegurança, o trânsito caótico, o “apagão” e as incertezas quanto ao futuro. Sendo assim, cada detalhe é extremamente importante para nos fixarmos positivamente na lembrança de nossos CLIENTES. A maneira como expressamos nossas impossibilidades é um deles. E creia, é relevante.
No entanto, existem alguns “NÃOs” que são de muita utilidade e importância; que agregam valor à sua prestação de serviços e podem concorrer para o seu crescimento pessoal e profissional. Veja:

• “NÃO deixe para amanhã o que pode ser feito hoje”.
Entre em ação já. Evite procrastinar. Busque novas formas de aprimoramento e autodesenvolvimento, para, com isso, qualificar suas relações com os CLIENTES, colegas, dirigentes e fornecedores.

• “NÃO durma em cima de seus louros”
É importante comemorarmos nossas vitórias sim, mas mais importante ainda é ter a plena consciência de que elas NÃO significam a mínima garantia de sucesso no futuro.
O mundo está sendo todo reinventado e somente aperfeiçoando nossos produtos e serviços, de acordo com as necessidades e exigências de nossos CLIENTES, teremos chance de sobreviver no mercado. Portanto, questione, inove, crie, busque novas alternativas.
NÃO se acomode e NÃO esmoreça.

• “NÃO se esqueça nunca da importância do CLIENTE”.
O CLIENTE, neste novo milênio, têm pleno conhecimento de que, realmente, agora ele é o Rei. Basta um gesto dele – NÃO comprar e pronto, ele acaba com a sua empresa e com o seu posto de trabalho. Aliás, a única razão de ser da existência de seu emprego é servir ao CLIENTE. Se você NÃO está servindo diretamente ao CLIENTE, está trabalhando para alguém que está servindo. Pense nisto.

Vendedores recebem diariamente vários “NÃOs”. São as famosas objeções.
O consagrado conferencista Maurício Góis tem uma maneira muito interessante de lidar com isso: “Todo o ser humano tem a necessidade de dizer uma certa quantidade de “NÃOs” até chegar ao sim definitivo. Assim, existem pessoas de cinco “NÃOS”, outras de seis, outras mais...”, afirma Maurício. Desta forma, cada vez que recebemos um NÃO como resposta, devemos ficar felizes pois estamos mais próximos do sim. É como se estivéssemos subindo uma escada, onde cada NÃO significa um degrau. Contornar essas objeções e saber encarar as recusas e negativas faz parte do aperfeiçoamento de qualquer profissional de vendas, e, para isso, é preciso treinamento e aprimoramento constante.
Na hora em que recebemos um NÃO como resposta é preciso ter em mente a diferenciação entre os atos de PERSISTIR e de INSISTIR. Insistir é tentar vencer nosso interlocutor pelo cansaço, repetindo a mesma argumentação. Já persistir é acrescentar novas informações, é buscar incessantemente a solução para a satisfação do CLIENTE,; é NÃO se dar por vencido diante do primeiro obstáculo. É ser confiante, criativo e perseverante.
Muitas vezes, o medo de receber um NÃO como resposta faz com que abortemos as ações, antes mesmo da tentativa. Certa vez um amigo, lá pelos idos dos anos 70, estava num baile, cheio de vontade de tirar determinada moça para dançar. Porém, o temor de receber uma recusa fez com que ele NÃO agisse, NÃO tentasse. E ele nutria pela tal moça uma secreta e grande paixão. Passados muitos anos, meu amigo encontrou a tal moça, então já casada e com filhos, e relatou-lhe o que se passou com ele no dia do tal baile. A moça então lhe disse: “Por que você NÃO veio me tirar para dançar ? Eu também estava com muita vontade de dançar com você...”
Em qualquer situação da vida, o máximo que as pessoas podem lhe dizer é NÃO. Se você receber um NÃO, você irá ficar exatamente na mesma posição em que você está hoje, nem mais nem menos. Mas você arriscou, você tentou, você se expôs. E você só terá sucesso em qualquer empreitada, em qualquer atividade, se você arriscar. Se você tiver que se arrepender, arrependa-se por ter tentado, pois assim você terá, com certeza, vivido muito mais, e ampliado suas chances de receber muitos SIM.
“Em terra de cego, quem tem um olho é rei”, diz o ditado. Em época de tantos “NÃOS”, buscar sinceramente o SIM, demonstrar a boa vontade, o prazer em servir e o fazer bem feito é um grande diferencial. É o “olho” na “terra de cegos”! Mesmo na hora de recusar, de externar uma impossibilidade, se tivermos habilidade em nossa comunicação e sinceridade em nossa expressão, com certeza iremos cativar nosso CLIENTE.
Já dizia o fundador do Grupo Rockfeller: “Cuide bem dos cents que os dólares se ajeitam por eles mesmo”. Assim, é cuidando dos pequenos detalhes, como a forma de dizer NÃO, que estaremos concorrendo para que nossa prestação de serviços se torne mais simpática, mais sensível, mais agradável e, principalmente, mais lembrada pelos CLIENTES.
É difícil, eu sei. Até aqui já escrevi mais de 40 vezes a palavra que afasta, e vou escrevê-la ainda mais uma vez, lembrando um verso do Rei Roberto Carlos:

“NÃO adianta nem tentar me esquecer
Durante muito tempo em sua vida eu vou viver...
Detalhes tão pequenos...
SÃO COISAS MUITO GRANDES PRÁ ESQUECER...”

Na era da informação, pequenos detalhes em nossa comunicação podem produzir grandes resultados. Saber contornar a “palavra que afasta” pode ser um deles. Observe, experimente, crie, exercite e comprove.
Prá terminar, mais dois:
NÃO faça do seu NÃO uma arma. A vítima pode ser você !

Um abraço,

Fique na paz e de novo uma ótima semana!

Vendas – Como conseguir fidelização na era da infidelização


Olá...

Para começar essa semana louca, com seus mistérios e desafios, resolvi compartilhar um texto que recebi numa e-zine da Revista Venda Mais.

Vendas - Como conseguir fidelização na era da infidelização

Conscientize-se. As pessoas não criam vínculos com produtos e empresas. Elas se fidelizam a conceitos, idéias e outros atributos intangíveis, mesclando razão e emoção.

Busque um diferencial próprio. Localização, mix de produtos, preço, crédito e capacidade de venda. O que mais você proporciona para seus clientes que seus concorrentes não oferecem?

Esqueça aqueles programas estressantes de acumulação de pontos. Essas ações equivalem a comprar a fidelidade do cliente, exceto as milhagens das companhias aéreas.

Fidelidade não se compra. Conquiste-a com prestação de serviços, atendimento personalizado e satisfação das necessidades em um nível além do que o cliente espera. Enconte com conteúdo antes, durante e depois da compra. Abra o coração do cliente, e ele abrirá o bolso.

Demonstre interesse sincero e vibre com a satisfação dos seus clientes. Escreva e viva uma linda história de relacionamento, criando laços duradouros com eles. A fidelização depende do comprometimento total da equipe - do entregador ao gerente-geral.

Texto de Moacir Moura (Palestrante, consultor de varejo e especialista em Gestão e Motivação de Pessoas.

Abraço, Boa Semana!

Fique na Paz!

sábado, 27 de setembro de 2008

Sonho... Felicidade...



"Se você tem um sonho, proteja-o!"

"Nunca deixe que ninguém lhe diga que você não consegue fazer alguma coisa, nem mesmo eu!"

Frases de Chris Gardner para o seu filho, Christopher.

Estou vendo o filme de novo e lhe digo, cada vez que eu vejo eu aprendo mais. Vou comprar o livro dele. Urgentemente!

Como tenho aprendido com ele...

Abraço,

Fique na paz!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Histórias de Sucesso

A partir de hoje estarei contando algumas histórias que encontro na internet e nos livros de grandes homens com grande sucesso, pois não há nada melhor do que compartilhar as histórias que encontramos e que falam desses grandes homens que superaram todas as adversidades a que eram submetidos e através de toda a sua persistência, perspicácia, inteligência, criatividade e perseverança nunca desistiram e sempre tiveram em mente a vontade de vencer.

Começo então com a história que encontrei no livro Desperte o Gigante Interior de Anthony Robbins, que conta a história fantástica do Sr. Soichiro Honda.

Uma das minhas favoritas “Histórias do Supremo Sucesso” é a do Sr. Soichiro Honda, fundador da corporação que traz o seu nome. Como todas as companhias, independente de seu tamanho, a Honda começou com uma decisão e um desejo apaixonado de produzir um resultado. Em 1938, enquanto ainda estava na escola, o Sr. Honda pegou tudo o que tinha e investiu numa pequena oficina, onde começou a desenvolver seu conceito de anel de pistom. Queria vender seu trabalho à Toyota Corporation, e por isso trabalhou dia e noite, todo lambuzado de graxa, dormindo na oficina, sempre acreditando que era capaz de produzir o resultado. Chegou inclusive a empenhar as jóias da mu­lher para permanecer no negócio. Mas quando finalmente terminou os anéis de pistom e os apresentou à Toyota. disseram-lhe que não aten­dia aos padrões da firma. Voltou à escola por mais dois anos, ouvindo a risada de deboche dos professores e colegas, quando comentavam como eram absurdos seus objetivos.

Mas em vez de focalizar a dor da experiência, ele decidiu conti­nuar a focalizar seu objetivo. Até que por fim, após mais dois anos, a Toyota deu ao Sr. Honda o contrato com que ele sonhava. Sua pai­xão e convicção deram certo, porque ele sabia o que queria, entrou em ação, observou seu trabalho, e foi mudando o foco até conseguir o que desejava. Surgiu então um novo problema.

O governo japonês se preparava para a guerra, e negou a Honda o concreto de que precisava para construir sua fábrica. Ele desistiu? Focalizou a injustiça da situação? Achou que significava a morte do seu sonho? Absolutamente não. Mais uma vez, Honda decidiu utilizar a experiência, e desenvolveu outra estratégia. Ele e sua equipe inventa­ram um processo para fabricar seu próprio concreto, e a fábrica foi construída. Durante a guerra foi bombardeada duas vezes, ficando destruídas grande parte das instalações. A reação de Honda? Imedia­tamente convocou sua equipe, e recolheram os bujões de gasolina ex­tra que os aviões americanos descartavam.

Chamou-os de “presente do Presidente Truman”, porque lhe proporcionaram a matéria-prima de que precisava para o seu processo industrial - matéria-prima que naquele tempo não era disponível no Japão. Finalmente, após sobre­viver a tudo isso, um terremoto arrasou com a fábrica. Honda decidiu vender sua operação de pistons para a Toyota.

Aqui está um homem que claramente tomou decisões fortes para ter sucesso. Acreditava e tinha paixão pelo que fazia. Possuía uma gran­de estratégia. Agia com determinação. Mudava sempre de foco, mas ainda assim não produzia os resultados por que se empenhava. Deci­diu perseverar.
Depois da guerra, uma tremenda escassez de gasolina atingiu o Japão, e o Sr. Honda não podia sequer sair no seu carro para comprar comida para a família. Em desespero, adaptou um pequeno motor à sua bicicleta. Num abrir e fechar de olhos, os vizinhos pediram para que lhes construísse aquelas “bicicletas motorizadas”. Um após ou­tro, todos foram sendo atendidos, até que ele ficou sem motores. De­cidiu então construir uma fábrica para produzir os motores para sua nova invenção, mas não dispunha do capital.

Como antes, tomou a decisão de encontrar um caminho, fosse qual fosse! Sua solução foi apelar para os 18.000 proprietários de lojas de bicicletas no Japão, escrevendo a cada um deles uma carta pessoal. Disse-Ihes como podiam desempenhar um papel na revitalização do Ja­pão através da mobilidade do seu invento, e convenceu cinco mil a adiantarem o capital de que necessitava.

No entanto, seu produto foi vendido apenas aos mais entusiasmados, por ser grande e pesado. Ele fez um ajustamento final, e criou uma versão muito mais leve e em escala reduzida de sua bicicleta motorizada. Tornou-se um sucesso “da noite para o dia”, e valeu uma recompensa do Imperador. Mais tarde, passou a exportar suas motos para a Europa e Estados Unidos, pros­seguindo nos anos setenta com os carros que se tornaram tão populares.

Hoje, a Honda Corporation emprega mais de cem mil pessoas nos Estados Unidos e Japão, e é considerada como um dos maiores impé­rios automobilísticos japoneses, ultrapassando todos os demais, exce­to a Toyota, nos Estados Unidos. Isso aconteceu porque um homem compreendeu o valor de uma decisão vigorosa a servir de base para a ação, não importa em que condições, numa base contínua.

Honda certamente sabia que às vezes, quando se toma uma decisão e se age, pode parecer a curto prazo que não está funcionando. Para ter êxito, precisamos ter um foco a longo prazo. A maioria dos desafios que enfrentamos na vida - como ceder constantemente à tenta­ção de comer demais, beber ou fumar - nascem de um foco a curto prazo. Sucesso e fracasso não são experiências que ocorram da noite para o dia.

Fonte: Livro “Desperte o Gigante Interior” de Anthony Robbins - Editora Record

Espero que tenha gostado.

Abraço,

Fique na paz!

Para o fim de semana 2 frases...

PERSEVERANÇA

"Você nunca realmente perde até parar de tentar" Mike Ditka

Imagine se um surfista, no primeiro caldo que ele toma, desiste. Ele nunca será um surfista, apenas uma pessoa que tentou e não conseguiu se manter empé numa tábua em cima da água.
Por conta disso, ele tenta, tenta e tenta até conseguir chegar onde ele almejou.


ATITUDE POSITIVA

"Você pode se queixar porque a rosa tem espinhos ou se alegrar porque os espinhos têm rosas" Tom Wilson

As vezes diante de problemas que achamos que não possuem solução, bloqueamos a nossa visão para perceber que todo espinho, por mais doloso que ele aparente ser, esconde em cima de si uma bela rosa. Pense nisso!

Devo postar algo diferente daqui a pouco, mas lhes escrevo estas frases para pensarmos nesse final de semana.

P.S.: Enquanto eu escrevo estou vendo no Bom Dia Brasil que mais um Banco dos EUA quebrou, o Washington Mutual. O dólar só sobe. O Lula não vê a inflação aumentar. Onde será que essa crise vai parar? O que será que ela nos trará? Devemos esperar e começar a nos planejar, pois os tempos serão outros. Poupar é o segredo... O bicho está pegando!

Abração,

Fique na paz!

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Motivação no trabalho

Sinceramente, sou contra a imposição através da força bruta.

Acredito que uma boa conversa pode resolver tudo, entretanto um pouquinho de força, com simpatia, pode trazer resultados, como o vídeo que eu postei aqui embaixo.


Vídeo retirado do Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=OLvXwJf46To

Não precisa impor forçadamente os métodos e objetivos de sua empresa, para os seus funcionários, mas tire as lições que esse vídeo pode ensinar, como por exemplo:
- Todos num ambiente tem que possuir suas metas e objetivos bem claros;
- Sua equipe não pode possuir muito tempo osciosa, isso acaba com a produtividade;
- O profissional tem que ser criativo, ter o foco bem definido, possuir iniciativa e ser responsável;
E muito mais... Afinal de contas, não queremos um Terry como companheiro de trabalho, ou sim... rs

Abraço,

Fique na paz!

O xadrez e a vida corporativa

Na vida dos negócios, no mundo corporativo, é uma constante a arte de contornar obstáculos.
Estava pensando nesse assunto e ao pesquisar no Google sobre a arte de jogar xadrez e seus princípios e objetivos básicos e antes de encontrar essa imagem (muito bonita por sinal) encontrei um site muito interessante e quero compartilhar algumas idéias que extraí dele aqui para vocês.
Assim sendo podemos afirmar que nossa vida corporativa assemelha-se a uma boa partida de xadrez.
Jogo milenar, que provavelmente teve sua origem na Índia, é praticado no mundo inteiro, por milhões de pessoas e de formas diversas, presencialmente, pela internet, etc. Este tem como princípios básicos a estratégia, perspicácia e tática. Ele estimula o raciocínio lógico e o uso consciente de suas peças criando caminhos mais práticos e mais ágeis para ganhar a partida.

Segue, então, algumas dicas extraídas deste estimulante e extraordinário jogo:

1°. O rei é a peça mais importante. Se este for tomado o jogo estará vencido. Para sua empresa o rei é o cliente. Sendo assim, dar a prioridade devida a ele, cuidar dele, servi-lo serão essenciais para o sucesso e para ganhar o jogo nesse predatório mercado. Existem possibilidades de novos produtos ou serviços que podem ser fornecidos aos seus clientes e os custos podem variar. Seja como for, deve-se considerar o seu impacto positivo nos clientes. Em um famoso restaurante paulista é prática aquecer os saleiros para retirar a umidade do sal. Desta forma ele sai mais facilmente do saleiro. Pode parecer bobagem, mas os clientes acham ótimo. Veja sua empresa também pela perspectiva do cliente. Forneça o que ele espera (e o que não espera também). Encante-o!

2°. Cada enxadrista joga com um conjunto de 16 peças, de 6 tipos, quantidades e ‘poder’ diferentes. Este conjunto bem utilizado é o que conduz o grande enxadrista à vitória e a perda de peças dificulta o processo. Não descuide das pessoas de sua empresa. Cada uma tem sua importância e a equipe coesa e comprometida leva ao sucesso; Motive-as a se desenvolverem, treine-as, busque seu comprometimento, ouça-as.

3°. O xadrez é um jogo para 2 pessoas. Porém na modalidade simultânea um jogador pode enfrentar vários adversários. Não subestime seus concorrentes. Eles também estão trabalhando e buscando mercado. Fique de olho em seus movimentos, aprenda com seus acertos e erros. Focalize seus pontos fracos e fortes, atacando e defendendo-se.

4°. No xadrez não existe sorte. É preciso pensar, definir estratégias e táticas. Sua empresa também precisa destas ferramentas. Muitos empreendedores não conseguem atingir seus objetivos por não serem claros, ou simplesmente não existirem. O tempo dedicado ao planejamento é primordial. Ao planejar, além de considerar as variáveis possíveis, também deve-se considerar as impossíveis, não se pode ser inflexível, pois o mercado é dinâmico e às vezes tem variações bruscas. Definir uma estratégia, seguí-la são essenciais para a vitória, mas devemos estar pronto para mudar sempre quando for necessário.

5°. Jogue segundo as regras. Mesmo os mais consagrados enxadristas do mundo mantêm-se nelas. Seja ético em seu negócio, não siga as práticas irregulares do mercado. Sonegação, pirataria, desobediência às leis trabalhistas, entre outras, apenas prejudicam e só pioram as coisas. Lembre-se que a maioria das pessoas valoriza as empresas que agem corretamente e que contribuem para uma sociedade melhor. E quando a empresa joga da forma certa, os seus colaboradores, os peões, bispos, etc, sempre participam do jogo com mais empenho e dedicação.

6°. Existem as jogadas consagradas pelos mestres do xadrez. São conhecidas e estão disponíveis para o aprendizado de quem deseja. Outras jogadas podem ser criadas e as possibilidades são enormes. O empreendedor tem sua parcela de criatividade, mas não deve esquecer de aprender e estudar. O conhecimento empresarial está disponível em cursos, palestras, artigos, revistas, livros e outras diversas formas e fontes. Use também práticas de pessoas mais experientes e se aconselhe com elas. Aprenda com você mesmo, pois não há nada melhor do que aquilo que conseguimos extrair com os erros que cometemos.

O xadrez não é difícil. Pode ser aprendido com o devido interesse e dedicação.

Conheça bem seu negócio e tudo relacionado a ele, por mais complicado que pareça ser. Dedique-se a ele. Mas não esqueça de outros aspectos importantes de sua vida: família, amigos, lazer, etc. Estruture seu negócio e procure fazer com que ele ‘ande com as próprias pernas’. Não o carregue. Conduza-o!

Não desanime. Enquanto o rei, não for tomado o jogo não acabou. E mesmo que isto aconteça, sempre há uma nova partida. http://brasil.business-opportunities.biz

Você está pronto para o jogo?

Abração e Fique na Paz!!!

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Sem parar!


Sempre gostei de muitas músicas do Gabriel O Pensador e ouvi esta hoje, lembrei e compartilho com vocês a letra dessa música bacana dele.

A vida é como andar de bicicleta, se parar você cai!
Gabriel O Pensador

Vai em frente sem parar, que a parada é suicida, porque a vida é muito curta e a estrada é comprida. Você sobe e você desce na escada da vida e às vezes parece que a batalha tá perdida e que você voltou pro ponto de partida.
Vai à luta, levanta, revida!
Vai em frente, não se rende, não se prende nesse medo de errar, que é errando que se aprende que o caminho até parece complicado e às vezes tão difícil que você se surpreende quando sente de repente que era tudo muito simples - vai em frente que você entende.
Boa sorte, firme e forte, vai com a força da mente, Vai sabendo que não há nenhum peso que você não agüente, Vai na marra, vai na garra, vai em frente, E se agarra no seu sonho com unhas e dentes.
Pra saber o que é possível é preciso que se tente conseguir o impossível, então tente! Sempre alimente a esperança de vencer, Só duvide de quem duvida de você.

Vai em frebte Sem parar, sem parar, se parar você cai!
Demorou, demorou! Pedala aí!
Então não pára o movimento, vai em frente, vai!
Não repara no mau tempo que o sol já sai.

Vai em frente, sem parar que se parar você cai! Vai em frente, enfrente, enfrenta, vai!

Vai agora, não chora, Ignora a energia negativa lá fora, porque dentro de você existe um poder bem maior do que você pensa.
Vai atrás da recompensa e se houver inveja e se ouvir ofensa você responde com a força do perdão, E aumenta sua crença cada que vez ouvir um não, porque todo não esconde um sim.
Ainda é só o começo, vá até o fim.
Aprenda nos tropeços, não olhe pro chão.
Olhe pro céu, Olhe pra vida sempre de cabeça erguida que no fim do túnel tem uma saída, mesmo quando você não consegue ver a luz, Feche os olhos que uma força te conduz.
Vai em frente, vai seguro, faz um furo nesse muro que o escuro se esclarece.
Vai em frente, simplesmente vai em frente que o futuro é um presente que a vida te oferece.

É na dor que o recém-nascido aprende a chorar, Pra encontrar a cura você tem que procurar.
É no choro que o recém-nascido aprende a respirar, Então respira fundo que a vitória tá no ar.
Vai indo, vai na tua, vai você, Vai nessa, vai na boa, vai vencer.
Acredite no bem, que fazer o bem faz bem, Faça o bem que faz acontecer.
Vai na fé, vai a pé, vai do jeito que der, Vai até onde puder, vai atrás do que tu quer.
Vai andando, vai seguindo, vai pensando, vai sentindo, vai amando, vai sorrindo, vai cantando, vai curtindo, vai plantando e vai colhendo, vai lutando pela paz - vai dançando no ritmo que o tempo faz.
Vai de peito aberto, Vai dar certo.
Confiante que o distante num instante fica perto.
Fica esperto, vai! Com a força de vontade.
Vai à vera, não espera a oportunidade.
Não aceita humilhação mas não perde a humildade, E nunca abra a mão da sua dignidade.

Se parar você cai, se cair cê levanta.

Música SEM PARAR - Gabriel O Pensador!
Fantástica.

Abraço,

Fiquem na paz!

Volto já...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

O não...


"Dor e cansaço fazem parte do meu uniforme." Oscar Schimidt

Grande atleta e grande motivador. Um exemplo a ser seguido, afinal uma pessoa que diz que a dor e o cansaço fazem parte de seu uniforme, tem que ser seguido, pois não importa o que estamos fazendo a entrega total tem que ser o nosso diferencial.

Ontem a noite estava lendo um livro chamado O vendedor Pit Bull, de Luiz Paulo Luppa e logo nos agradecimentos me deparei com uma frase sensacional dele: "Um não em vendas nunca é definitivo; ele na verdade não passa de um 'agora não' ou 'ainda não'.

Isso me remeteu a muitas coisas que já se passaram e ao tempo quando eu era um Representante Comercial de uma multinacional.

Certa vez o meu antigo Gerente Comercial, me solicitou coordenar uma equipe para trabalharmos na Feira dos Importados, aqui em Brasília, e eu seria o responsável para trazer todos os clientes mais especiais (entenda especiais como os mais desafiadores).

Em um desses clientes, me recordo que eu argumentei muitas vezes, usei todo o conhecimento que eu tinha do meu produto e todas as técnicas que eu conhecia e desconhecia de vendas, entretanto esqueci de uma coisa que essencial. A propósito, eu recebi não dele!

Afinal de contas o essencial é que é o especial. É o grande abismo que separa o sim do não. É o fator determinante do seu sucesso ou do seu insucesso. E o que era o essencial?

Eu não havia ouvido o meu cliente. Comecei a pensar: O que será que eu fiz de errado? Meu produto é tão bom, porque não consegui vender para ele? E depois de muito me martirizar pela venda não-concretizada, até aquele momento, me lembrei que eu não havia ouvido o meu melhor confidente e amigo, o meu cliente.

Voltei após alguns dias, pois não queria me tornar chato, afinal de contas persistência é uma virtude, "enxeção de paciência" é pura falta do que fazer e eu queria que ele pensasse no meu produto também. Quando voltei, eu lhe falei tudo de novo, pois queria deixar claro o meu objetivo, mas também lhe fiz algumas perguntas: Como estão as suas vendas? O que falta para o senhor vender ainda mais? Após algumas boas respostas, consegui fazer a pergunta que determinou o sucesso de minha venda: Será que com o produto que eu possuo e com as soluções e variações que o meu produto possui, ele não será uma boa alavanca de vendas?

Dito e feito. Conseguimos ali fechar uma grande parceria, que trouxe resultados importantes para nós dois. Consegui a satisfação de um parceiro e consegui vender ainda mais.

Como o Oscar Schimidt disse, a dor de não ter fechado a venda no momento certo, o cansaço do dia-a-dia que passamos, em nenhum momento foi algum tipo de empecilho para que eu pensasse e conseguisse encontrar uma solução para o meu cliente e para o sucesso de minha venda.

A motivação que precisamos está dentro de nós mesmos. Os desafios são lançados e em tudo o que fazemos precisamos negociar, seja num simples café da manhã em família, ou num pedido de aumento de salário com o nosso chefe, a arte de se vender e negociar tem que ser usada.

Iremos falar mais... Amanhã, ou hoje, trago mais notícias.

Um grande abraço,

Fique na paz!

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Momentos de crise? Lute até o fim!


Quando tudo em nossa vida está bem, quando tudo está certo, as vezes a própria vida nos prega peças. Estas são "not really funny", mas são essenciais para o aprendizado e o crescimento. É impressionante como nunca estamos e nem estaremos preparados para elas, mas tão impressionante quanto, é o quanto elas podem nos acrescentar.

Na última quinta-feira um grande amigo meu me disse um conselho que o seu pai havia lhe falado, quer dizer, não me lembro o conselho palavra-por-palavra, mas me recordo que dizia, um homem só está perdido se ele passar a se sentir derrotado, quer dizer se ele se entregar.

Isso me valeu muito, pois no dia seguinte a peça foi pregada...

Mas isso não vem ao caso, na realidade aprendi algumas coisas nesse final de semana:

1° - Quando tudo está perdido, sempre existe uma luz, um caminho (lembre-se a luz no fim do túnel não é um trem desgovernado que vem ao nosso encontro, mas sim uma nova saída - LEMBRE-SE!);
2° - Não importa em qual situação estamos, nos entregarmos jamais;
3° - Nos momentos mais difíceis é justamente com os nossos entes mais queridos que devemos estar, pois são estes que nos dão a mão para conseguirmos nos levantar e continuar a lutar;
4° - Estamos aqui para aprender, e as vezes a derrota é a melhor forma de enxergarmos os nossos defeitos, afinal de contas enquanto vencemos estamos acima do bem e do mal, estamos melhores, somos melhores;
5° - Nos momentos de dificuldades, devemos trabalhar ainda mais, melhorar, aprimorar nossos conhecimentos, nos prepararmos mais, sermos mais criativos, mudarmos as estratégias e partimos para a luta.

Como um time que está a beira do precipício, prestes a cair, ele deve lutar até o fim, e a melhor forma de conseguir isso? Acreditar até o fim...

I don't quit!

Abraço,
Fique na paz!

sábado, 20 de setembro de 2008

Dicas de relacionamento

Em todos os momentos o nosso blog sempre foi de cunho bem profissional, mas como diz um velho ditado "rir é o melhor remédio", não que esse texto seja engraçado, mas gostei muito dele...



Boa leitura!



Como agradar uma mulher:


- Diga todos os dias que a ama
- Leve o café da manhã para ela na cama
- Dê atenção especial à ela
- Ouça e preste atenção em tudo o que ela fala
- Faça compras com ela e aparente estar gostando
- Se ela estiver triste, conforte-a
- Envie Flores sem que seja data comemorativa
- Diga a ela que se orgulha dela
- Jamais esqueça datas de aniversário, primeiro beijo, casamento…
- Diga que ela é a mulher que você sempre quis encontrar
- Quando ela disser não na cama, compreenda
- Descubra o que ela mais gosta e passe a gostar daquilo também.


Agora, se você é mulher, e está lendo este post e se sentindo injustiçada por não ter dicas para você, não se preocupe!!

Eu tenho a solução!


Dica para agradar um homem:


APAREÇA PELADA, TRAGA CERVEJA!



Abraço e Fique na paz!

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

10 dicas para você negociar melhor

A arte de negociar está em tudo. Está desde a hora que nos acordamos, pois negociamos com a nossa esposa (ou maridos) quem deve se levantar primeiro, na hora do nosso almoço, como decidir com os nossos colegas de trabalho aonde iremos, como iremos e etc. Ou seja, está presente no nosso cotidiano. Por isso, mesmo sendo muito voltado às vendas, os assuntos e textos que apresento aqui são para que algo que eu aprendo possa representar algo no seu dia.

Lembrem-se, estou simplesmente compartilhando os assuntos que mais acho interessante das revistas e sites que encontro e um dos sites que eu mais gosto de visitar é o site da Revista VendaMais, pois sempre há dicas muito boas para o nosso dia-a-dia.

O assunto negociação é um assunto interminável, pois dicas, truques, idéias e etc. podem ser conseguidas e pesquisadas todos os dias, em muitos lugares, livros, revistas. Entretanto estava passando o meu olho no site da Revista VendaMais (www.vendamais.com.br) e vi o texto do professor e extremamente hábil negociador, Márcio Miranda e resolvi compartilhar com vocês.

Com a globalização, reengenharia e outras tendências, todos os recursos são muito disputados e vence quem negociar melhor. O processo de negociação pode ser angustiante para quem não conhece as técnicas, mas é extremamente envolvente e apaixonante para os bem preparados. Para você, executivo atarefado, aqui vão dez dicas práticas de negociação.

1. Tente negociar tudo
Negociadores de sucesso sabem que tudo pode ser negociado. Isso quer dizer que você não deve aceitar nada que seja imposto. Em um nível prático, significa tentar negociar o valor de uma multa, a diária de um hotel ou o preço de uma passagem aérea. Você não pode negociar se não estiver disposto a questionar a veracidade e firmeza dos pontos de vista de seus oponentes.

2. Torne-se um bom ouvinte
Negociadores são como detetives: fazem perguntas e depois calam a boca. Na maioria das vezes, seu oponente vai falar tudo o que você precisa saber – contanto que você fique calado. Aliás, muitos conflitos poderiam ser resolvidos se os negociadores ouvissem melhor. O grande problema é que nunca fomos treinados a ouvir, e sim a falar.

Temos uma grande ansiedade em expor nossas opiniões e não conseguimos nos concentrar no que nosso oponente está falando. Duvida? Faça você mesmo um teste.

Em sua próxima negociação, veja quanto tempo consegue ficar calado, sem pensar em suas respostas nem interromper o outro lado... você ficará surpreso! Quem fala mais dá mais informação.

Como uma regra básica, lembre-se da célebre Teoria de Pareto. Fale 20% do tempo e ouça os outros 80%. Faça bastante perguntas abertas, aquelas que não podem ser respondidas com um simples “sim” ou “não”.

3. Planeje
Nunca vá para uma negociação sem fazer sua lição de casa. Existem várias informações que você precisa descobrir antes do início do processo, por exemplo: quais opções seu negociador tem? Quais as pressões que está sofrendo? Ele tem uma data-limite para resolver o problema? Qual o seu orçamento? Quando você planeja, a tensão e o estresse diminuem.

O cenário se torna mais familiar e novas opções vão surgindo à sua frente. Assim, você fica mais tranqüilo e confiante para qualquer negociação.

4. Peça alto ou ofereça baixo
Aristóteles Onassis já dizia “quem pede mais, leva mais”. Lembre-se de que o encarregado de defender seus interesses é você, ou seja, se você não pedir alto, o outro lado não vai ficar com dó e aumentar a oferta.

Na prática, o resultado será do valor pedido para baixo. O mesmo raciocínio se aplica se você estiver comprando. Em todas as negociações existe uma gordura de pelo menos 10%. Ela vai ficar com quem for mais ousado e pedir alto ou oferecer baixo.

5. Justifique sua oferta
Oferecer baixo ou pedir alto não funciona se você não souber como justificar sua posição. Descubra maneiras de mostrar o valor da solução que está propondo, diferencie sua solução. Saber diferenciar significa conseguir valores mais altos.

Veja o exemplo da água mineral francesa Perrier. Ao criar uma grife, ela consegue ser a água mais vendida no mundo inteiro e uma das que consegue o maior preço. Se alguém consegue diferenciar água mineral, certamente você tem elementos para fazer o mesmo em sua posição, não é mesmo?

6. Seja paciente
Os brasileiros gostam de resolver tudo muito rapidamente. Com a tensão do dia-a-dia, nossa paciência anda muito curta. Computadores parecem lerdos, um comercial na TV é interminável, um semáforo fica fechado para sempre – tudo demora muito.

No processo de negociação, porém, quem consegue esperar normalmente alcança melhores resultados. Se o outro lado tem pressa e você pode gastar o tempo que for necessário, sua vantagem é bastante grande. Com um bom planejamento, você não terá de lutar contra o relógio em sua próxima negociação. Você precisa de paciência e tempo para negociar bem.

7. Não aceite a primeira oferta
Se você aceitar a primeira oferta de seu oponente, ele sempre vai ficar com a sensação de que fez um mau negócio, que poderia ter auferido algo melhor.

Imagine esta cena: você vai comprar um carro usado. Depois de examiná-lo cuidadosamente, resolve fazer uma proposta indecorosa, 30% abaixo do valor real do mercado – só para começar a negociar. Nesse momento, o dono do carro lhe estende a mão e diz sorridente “aceito!”. Negócio fechado. Qual será sua reação? Será que realmente fiz um bom negócio? Esse carro deve ter problemas...

8. Nunca dê nada de graça
Tudo que é dado de graça não tem valor. Faça o outro lado valorizar cada concessão. Não dê nada, troque tudo, por exemplo: se ele pedir um desconto adicional no preço, solicite uma condição de pagamento mais favorável.

Se ele pedir mais prazo, peça algo em troca. A palavra mais importante no vocabulário do negociador é “se”. Tudo o que começa com “se” está no condicional e implica uma troca: se você fizer isso, posso fazer aquilo.

9. Guarde uma concessão para o final
É importante que o outro lado saia com a sensação de vitória, de ter feito um ótimo negócio. Para que isso aconteça, é preciso guardar algumas pequenas concessões para o fim da negociação. Ele sai com o ego satisfeito e você com o bolso satisfeito.

10. Tenha sempre uma alternativa
Nunca negocie sem ter outras alternativas. Quando não temos opção, ficamos inteiramente nas mãos do oponente. Se ele descobrir isso, certamente vai conseguir desequilibrar a negociação.

Veja o exemplo: numa cidade pequena, existe um comerciante que compra e vende móveis usados. Uma pessoa vai até a loja e tenta vender um fogão ao proprietário. Examine o balanço de poder dessa situação. Se o comerciante não comprar, certamente não fechará as portas por isso, já que ele tem várias opções de venda, como outros móveis no estoque.

Já a pessoa que tenta desesperadamente vender o fogão, se não concretizar a transação, talvez não consiga comprar um remédio ou se alimentar, etc.

Negociar bem é uma mistura de arte e ciência. Saber negociar é fundamental para seu sucesso, tanto profissional quanto pessoal. Prepare-se sempre para ser um bom negociador!

Um grande abraço e Fique na paz!

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Conheça as bases essenciais para o sucesso nas Negociações

Como desde ontem estamos falando em Negociação, eu gostaria de continuar o tema com 3 pontos que o consultor, coordenador nacional de cursos da Microlins e co-autor do curso Vendas & Marketing no Varejo feito em parceria com a VendaMais, o sr. Wanderley Cintra (www.vendamais.com.br), descreveu no último e-zine, recebido em 09/09.

Ele descreve que assim como toda fase da venda, a negociação deve ser estudada passo a passo. Para isso, ele definiu - e nós transcreveremos aqui, as três bases essenciais para o sucesso em uma negociação.

1. Conhecimento - Conhecer a empresa, o negócio, os produtos ou serviços é obrigação, mas para realmente fazer a diferença você deve saber do comportamento do cliente. Só assim conseguirá encaixar as necessidades do comprador em relação aos produtos ou serviços oferecidos.

2. Paciência - Como cada cliente tem seu tempo, você deve ser um camaleão para se adaptar a cada situação, e isso requer paciência. Procure observar bem o que os clientes dizem e, se possível, anote tudo. Essa é uma ótima forma de se precaver da falta de paciência.

3. Disposição - Para cada cliente, o atendimento deve ser único, então, esteja sempre pronto a atender com motivação. Essa disposição vai pesar muito na obtenção de seu sucesso.

Negociação é relacionamento - quanto melhor for, maior será a confiança do cliente em você. E quanto mais confiança, mais fácil será chegar a um acordo, ao fechamento e, é claro, à comissão.

Não se esqueçam disso. Passem para a sua equipe de vendas e depois avalie o resultado. Quanto mais nossos colaboradores e parceiros conhecerem, maior sua responsabilidade, e quanto maior a responsabilidade, maior será a probabilidade de ótimos resultados.

Após conseguirem todos os resultados compartilhem aqui conosco. Suas idéias, comentários e sugestões serão muito bem vindas.

Um grande abraço,
Fique na paz!

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A Arte de Negociar!

Olá,

Essa mensagem já foi recebida por todos, ou por muitos, mas não custa nada repeti-la, pois tudo que é bom deve ser compartilhado.
Essa mensagem é um grande exemplo de criatividade na hora de negociar. É uma mensagem fictícia, mas serve como incentivo para o nosso dia-a-dia.
Lembre-se sempre que o sucesso depende de cada um de nós. Ingredientes como a criatividade, motivação, conhecimento, iniciativa, atitudes vencedoras devem fazer parte do dia-a-dia.

A Arte de Negociar!

PAI - Escolhi uma ótima moça para você casar.
FILHO - Mas, pai, eu prefiro escolher a minha mulher.
PAI - Meu filho, ela é a filha do Bill Gates...
FILHO - Bem, neste caso, eu aceito.

Então, o pai negociador vai encontrar o Bill Gates...

PAI - Bill, eu tenho o marido ideal para a sua filha!
BILL GATES - Mas minha filha é muito jovem para casar!
PAI - Mas este jovem é o vice-presidente do Banco Mundial...
BILL GATES - Neste caso, tudo bem.

Finalmente, o pai negociador vai ao Presidente do Banco Mundial...

PAI - Sr. Presidente, eu tenho um jovem recomendado para ser vice-presidente do Banco Mundial.
PRES. BANCO MUNDIAL - Mas eu já tenho muitos vice-presidentes, mais do que o necessário.
PAI - Mas, Sr., este jovem é genro do Bill Gates.
PRES. BANCO MUNDIAL - Neste caso ele pode começar amanhã mesmo!

Moral da estória: Não existe negociação perdida. Tudo depende da estratégia!

Por isso que "Se um dia disserem que seu trabalho não é de um profissional, lembre-se que: a Arca de Noé foi construída por amadores; profissionais construíram o Titanic."

(Autor desconhecido)

Abraço e Fiquem na Paz!

O vendedor "Titanic"

Por João Carlos Rego
“Tem de fazer valer a pena”
(filme Titanic - personagem Jack Dalson – ator Leonardo Di Caprio)

Ao longo do desenvolvimento da humanidade, muito se tem perguntado: A vida imita a arte, ou a arte imita a vida ?
Desde a época em que nossos ancestrais desenhavam nas paredes das cavernas, essa questão tem acompanhado a história do homem.
Se analisarmos as produções cinematográficas, por exemplo, e fizermos analogias com o nosso dia-a-dia, muito se poderá aprender.
A título de ilustração, tomemos o filme Titanic, uma das mais caras produções e uma das maiores bilheterias da história do cinema. Como toda e qualquer obra do gênero, traz em suas “entranhas” uma série de mensagens e ensinamentos. Para poder “enxergá-las”, basta estabelecermos algum elo de ligação com o cotidiano, alguma comparação ou analogia com o mundo real, um “link”, como se diz atualmente. Senão vejamos:

“Este nem Deus afunda”
(Capitão do Titanic antes do navio zarpar)

A soberba, infelizmente, ainda faz parte do vocabulário e da atitude de inúmeras empresas e de inúmeros profissionais.
Desprezando as sinalizações do mercado, as enormes mudanças dos tempos atuais; os novos padrões de informação, anseios, desejos e exigências dos consumidores, continuam a atuar baseados em “verdades” antigas e glórias do passado. Governam suas vidas repetindo fórmulas e modelos de atuação e gestão, sem ter a humildade de admitir que estamos vivendo num novo mundo.
“Vão querer ensinar para mim ? Eu tenho 20, 30, 40, 50 anos de experiência”, afirmam, resistindo, inúmeros profissionais, verdadeiros Titanics. Quando você vai ver, eles têm, na realidade, um ano de experiência, repetido 19, 29, 39, 49 vezes. A vida inteira eles vêm fazendo a mesma coisa e do mesmo jeito. Até que era uma receita válida para outras épocas, mas não para esta em que vivemos, pois hoje o mundo e o mercado mudam a uma velocidade impressionante, nunca vista anteriormente. Neste exato momento, alguma coisa já mudou, ou está mudando ou irá mudar. Isto é líquido e certo. E como tudo está interligado, globalizado, mudanças em lugares e empresas distantes podem trazer sérias conseqüências locais.

“Capitão, tivemos o comunicado da existência de gelo adiante”
“Não há problema, mantenha o curso. Toda força à frente”

Mais um exemplo de negar as evidências.
Nunca, como nos dias de hoje, se falou tanto sobre a necessidade de aprender a aprender, autodesenvolvimento, leitura, informação e conhecimento. Isto é absolutamente imprescindível para a atualização e aperfeiçoamento de produtos e serviços, os quais devem estar plenamente sintonizados com os desejos, necessidades e anseios dos Clientes.
O avanço das facilidades de comunicação, o crescimento da concorrência interna e externa, que desenham novos padrões de consumo, são os “icebergs” que o mercado está a sinalizar, mas que muitos “Vendedores Titanic” teimam em não querer enxergar. A mesma coisa, do mesmo jeito e BLUMMMMMMM !
Não acompanham novidades e tendências, não lêem livros e revistas técnicas, não participam de ações de capacitação (palestras e treinamentos), não se atualizam. Acreditam-se auto-suficientes. Alguns, quando se dão conta, tal qual o famoso e trágico transatlântico, acabam vendo que “o iceberg está próximo demais”. E o “iceberg” mais comum hoje em dia é a obsolência.
Na época do Titanic, e nas que se seguiram, era rotineiro o mais forte sobrepujar o mais fraco. Hoje, no entanto, são os mais rápidos que vencem os mais lerdos, pois as coisas mudam muito rapidamente. A Teletrin que era líder nacional do mercado de pagers, com o avanço da telefonia celular, trocou de ramo em 5 anos. A Parmalat, que adquiriu mais de uma dezena de empresas no Brasil, enfrentou sérios problemas em sua matriz, que provocou reflexos importantes no mercado brasileiro. Vivemos uma época de riscos e de oportunidades.
Outro exemplo que facilmente identifica essas mudanças é verificar-se que algumas das maiores empresas do mundo atualmente nem existiam há bem pouco tempo atrás, casos, por exemplo, da Microsoft, da Dell e da America On Line.
Max Gehringer, nos traz o exemplo do Flit, da Esso. O Flit detinha 100% do mercado de inseticidas até o surgimento do aerosol. A Esso não acreditou no “iceberg” aerosol e a Rhodia lhe tomou o mercado. A Rhodia, por sua vez, desprezou o advento de inseticida a base de água (os antigos eram a base de querosene, com forte odor). Moral da história: hoje a SBP é líder de mercado. São alguns dos “icebergs” do mundo corporativo.
Recente matéria na Revista Exame abordou o crescimento impressionante de marcas populares e de custo acessível e como os empreendedores dessas marcas estão sintonizados com os novos tempos. São ágeis, focalizam, pesquisam e conhecem profundamente seu público-alvo.
Essas empresas, que muitos denominam de “marcas talibãs”, são verdadeiros exemplos para profissionais de atendimento e vendas, pois conhecem muito bem seus grandes concorrentes, buscam diferenciais, aperfeiçoam seus produtos, serviços e logística, prospectam novos nichos de mercado e, com isto, respondem mais rapidamente às mudanças do mundo moderno. Ou seja, conhecem os “icebergs”, respeitam, mas não os temem. Assim, por serem mais ágeis, têm mais facilidade de “desviar” e de buscar cursos e caminhos alternativos.
No mesmo “mar” em que gigantes têm naufragado, onde os “Vendedores Titanic” rumam céleres em direção aos seus “icebergs” particulares (obsolência e “naufrágio” no mercado de trabalho), profissionais com melhor preparo e em constante processo de aperfeiçoamento buscam novas formas de conquistar, conhecer, manter e encantar seus Clientes.

“Existem botes salva-vidas apenas para a metade das pessoas a bordo.”
(Engenheiro responsável pela construção do Titanic comunicando ao Capitão)

Mais um clássico exemplo de falta de planejamento e preparação e de suas conseqüências. Mas o pior: o trágico resultado de mentir, enganar ou omitir algo para o Cliente.
Práticas profissionais claras, honestas, éticas e transparentes são indispensáveis para a sobrevivência de qualquer negócio e de qualquer profissional. A enorme quantidade de jornais, revistas, boletins, além de rádio, televisão, fax, pager, Internet, telefone, e-mail e telefone celular agiliza a comunicação. Uma “pisadinha na bola” em segundos chega ao conhecimento do mercado e pode apressar o “naufrágio” de qualquer um. Depois não adianta ficar mandando SOS, SOS, SOS...
“Assim Caminha a Humanidade”, nestes “Tempos Modernos”. O “Vendedor Titanic”, tal qual um “Professor Aloprado”, vive a procurar fórmulas mágicas para tentar sobreviver. Mas, na realidade, seu esforço não vale um “Dólar Furado”. A exemplo de “Ghost”, vive a sonhar com o Cliente (amor) que se foi, para não mais voltar. Tentar convencê-lo do contrário parece uma “Missão Impossível”. O “Vendedor Titanic” é o verdadeiro “Exterminador do Futuro”, do seu próprio, de seu produto e de sua empresa.
A vida imita a arte e a arte imita a vida. Infelizmente, novos Titanics surgirão e desaparecerão. O que importa, ao final de tudo, é que na vida pessoal e profissional todos tenhamos a consciência de que a vida, para ser digna, “tem de fazer valer a pena”.
Um “mar de oportunidades” se abre ao raiar de cada dia. Porém, sempre existirão muitos icebergs pelo caminho. Não lastime os maus ventos, nem subestime-os , apenas respeite-os, consulte as cartas náuticas e ajuste suas velas. A verdadeira felicidade está na trajetória, não no destino. Pois sempre existirá um porto seguro para um bom navegador.

João Carlos Rego é consultor, palestrante e idealizador do Dia do Cliente (comemorado em 15 de setembro)

Fonte: www.joaocarlosrego.com.br // www.diadocliente.com.br

domingo, 14 de setembro de 2008

Objeções - 10 dicas para recebê-las e superá-las

Meus amigos,

Nesse nosso mercado muito competitivo é muito comum termos muitas objeções. Estes podem ser do próprio mercado, dos nossos colaboradores, dos nossos clientes, parceiros e etc.

Recebi na semana passada, no e-zine Venda Mais as seguintes dicas para Objeções. Espero que vocês aproveitem a leitura e compartilhe com todos os seus.

Objeções – 10 dicas para recebê-las e superá-las

  1. Deixe o cliente falar e não o interrompa até ele terminar.
  2. Mantenha o aspecto positivo e alegre.
  3. Assuma uma atitude mental positiva.
  4. Concorde em algum ponto com o cliente.
  5. Agradeça pela objeção após o cliente finalizar.
  6. Coloque-se no lugar do comprador e procure entender suas preocupações.
  7. Selecione na mente os principais argumentos para responder a objeção.
  8. Mantenha a concentração e o foco.
  9. Procure olhar para o cliente quando ele estiver colocando sua objeção.
  10. Mantenha a serenidade e o profissionalismo ao receber uma objeção.
Por André José da Silva, recebido na e-zine Venda Mais. www.ajsconsultoria.com.br // www.vendamais.com.br

Um grande abraço!

Fique na paz!

Regras básicas para qualquer empresa ter sucesso

por Raúl Candeloro - Revista Venda Mais - www.vendamais.com.br

Hoje, trouxe cinco regras simples, mas que causam um grande impacto nas vendas de qualquer instituição. E como você já sabe, regras são regras, não podem ser quebradas. Então, mãos à obra!

Regra 1 – Faça o marketing dos seus produtos ou serviços sempre
Um grande erro que qualquer empresa pode cometer é fazer marketing somente quando está precisando ou os clientes estão acabando. Promover os produtos e serviços da instituição é um trabalho constante, que não acaba. É preciso praticá-lo sempre, faça chuva ou faça sol. Procure novas listas de pessoas que tenham o perfil para comprar o que você oferece. Busque novos clubes, associações e grupos de pessoas. Amplie suas possibilidades sempre.

Regra 2 – Seja um criador de pesquisas
Pesquisa é outra coisa que virou sinônimo de altos gastos. No entanto, sua empresa pode criá-la. Não precisa ser nada muito oficial, com margem de erro contabilizada, amostragem mínima, etc. Pode ser algo simples, mas que ajude na venda do seu produto ou serviço.

Se descobrir que a satisfação não anda lá aquelas coisas, encontrou aí uma ótima oportunidade de melhoria. Se a satisfação for bem alta, você pode usá-la na divulgação para novos clientes, como: “95% dos nossos clientes estão completamente satisfeitos com nosso curso de inglês” ou “98% de nossos clientes deram nota dez para a durabilidade do nosso pneu” e assim por diante.

Também é possível pesquisar algo sobre seu ramo de atividade e descobrir, por exemplo, que “mais de 70% dos estudantes da sua cidade ainda não têm plano de saúde e por isso sua empresa criou um plano mais acessível para esse grupo”. Enfim, as possibilidades são muitas, e a idéia aqui é criar pesquisas – com seus clientes ou possíveis clientes – que permitam usar as descobertas a seu favor, claro, para vender mais.

Regra 3 – Conheça as limitações da empresa
É muito importante que os vendedores, e toda a companhia, sejam sinceros quanto ao que podem e não fazer. É um grande erro inventar coisas para ganhar a venda hoje, pois você certamente estará deixando de vender mais amanhã, depois de amanhã... Não diga que as pessoas aprenderão a falar inglês em seis meses se tudo que elas conseguem dizer depois desse período é “my name is João” nem fale que o produto é inquebrável se você já teve vários clientes que retornaram com ele quebrado. Prefira algo como “alta resistência a quedas” ou “não quebra com facilidade”. Ao assumir suas limitações, você cria uma relação de confiança com o cliente que certamente renderá mais que apenas uma venda.

Regra 4 – Responda rapidamente a um contato do seu cliente
Não há nada pior que a empresa investir em marketing, criar demanda, mas falhar em atender corretamente – e rapidamente – os compradores. Não deixe que na sua organização o telefone toque mais que duas ou três vezes até ser atendido, não coloque gravações longas sobre o que você oferece nem crie algum tipo de barreira entre seu cliente e seu vendedor. Deixe o caminho livre para que o processo da venda ocorra naturalmente.

Regra 5 – Faça follow-up
Não interessa quantas vezes eu escreva isso, pois sempre há uma quantidade enorme de empresas que não fazem. Nesta semana, tivemos uma má experiência, que me incentivou a escrever mais uma vez sobre isso, e quero compartilhá-la com você: estamos procurando um conjunto comercial aqui em Curitiba. Encontramos algumas coisas na internet, em sites de imóveis e começamos a entrar em contato com as imobiliárias. Para minha surpresa, das sete que ligamos somente uma perguntou nosso telefone.

Essa mesma imobiliária nos perguntou para que queríamos um conjunto comercial, de que tamanho, em que faixa de preço... enfim, fez algumas perguntas pertinentes, dizendo que, com essas informações, poderia pesquisar outros imóveis e nos ligaria de volta. Isso foi no dia 12/08 e, desde então, não ouvi mais falar dela... não nos ligou nem para dizer que ainda não tinha encontrado, mas que continuava procurando. Nada, silêncio total. Lembre-se de que essa corretora foi a única que pegou nosso telefone... todos os outros seis cidadãos com quem falei deixaram um possível cliente escorrer por entre os dedos.

Por isso, estou aqui novamente batendo na tecla do follow-up. É muito importante para o processo da venda que o vendedor demonstre o mínimo de interesse pelas suas necessidades e desejos e que está disposto a investir o tempo dele para que essas necessidades sejam atendidas. O follow-up, feito corretamente, acelera a venda e cria um ótimo relacionamento com os clientes. Ele tem de ser feito com todos os clientes, a menos que eles demonstrem claramente que preferem não ser contatados.

Cuide para que essas regras sejam cumpridas na sua empresa, pois de tão fáceis e simples passam despercebidas.

Grande Abraço,

Fique na paz!

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Quer um desafio?

"Em algum lugar, algo incrível está esperando para ser descoberto" - Carl Sagan

É engraçado como a gente tem mania de sair repetindo frases sem ao menos pensar se concorda com o que diz. A maioria das pessoas costuma falar que não gosta de rotina, inclusive eu, pois fazer sempre as mesmas coisas e do mesmo jeito é chato. Será que você pensa assim mesmo?

Se isso é verdade, então, por que entra em pânico quando a empresa implanta um novo sistema e precisa alterar a forma de trabalho? Por que adora responder: "Mas eu sempre fiz assim", quando questionam seus métodos? Por que você nunca faz nada para mudar sua rotina? Certamente, porque é mais fácil e seguro fazer sempre da mesma forma - não dá tanto trabalho e os resultados são mais previsíveis. Se é isso que quer, pare de dizer que não gosta de rotina, pois alguém pode acreditar e pedir para você realizar algo diferente. Mas não se iluda, porque fazer as coisas sempre do mesmo jeito também é correr riscos!

Agora, se realmente não gosta de rotina, porém continua fazendo as coisas sempre do mesmo jeito, vou propor um desafio: que tal começar seu dia amanhã de uma maneira diferente? Não precisa fazer um esporte radical ou ir a um templo budista, você pode fazer algo mais simples e ir experimentando as novidades aos poucos.

Para nos ajudar nesse desafio, fui buscar alguns exemplos no livro O Óbvio, da editora BestSeller. O autor James Dale afirma que se você realizar algo diferente amanhã, ficará espantado com os resultados. E se fizer disso um hábito, pode se transformar num gênio. Logo abaixo, ele indica alguns exemplos de coisas distintas que podemos fazer amanhã. Vamos tentar?
  • Cancele todas as suas reuniões. Feche a porta e pense quieto por uma hora. Imagine os problemas que você pode resolver sem sofrer interrupções.
  • Escute um estranho. Ande pelo corredor e fale com alguém com quem nunca conversou. Obtenha uma nova perspectiva.
  • Faça uma lista de tudo que você precisa realizar e a reduza a um terço. Ninguém pode realizar mais que três coisas ao mesmo tempo. Faça-as, em vez de se desesperar olhando para uma lista enorme.
  • Ouça conversas ou vá a outro departamento e apenas observe como eles fazem as coisas.
  • Retorne ligações - todas as que não retornou em dias. Você vai se surpreender com as tendências, novas contratações ou novidades do ramo que pode descobrir.
Boa sorte amanhã. Lembre-se de que é um desafio e você tem o direito de aceitar ou não, mas dizer "sim" pode ser sua primeira ação para "quebrar a rotina". Dê os próximos passos e não esqueça de contar para mim seus resultados.

"Por Karen Jardzwski. Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br".

Um grande abraço. Até Breve!

Fiquem na paz!

A Procura da Felicidade

Ei, Boa Tarde!

Você já assistiu ao filme "A Procura da felicidade (The Pursuit of Hapyness)"? Não??? Como assim?

Você não sabe o que está perdendo. Este filme conta a história real do ex-sem teto e hoje milionário Chris Gardner, que era vendedor de aparelhos médicos - que ninguém queria comprar, e que depois de perder o emprego, ele e seu filho de apenas 2 anos (na época) foram abandonados por sua mulher/mãe, foi despejado de sua casa e dos hotéis onde se hospedava, por falta de dinheiro e que após somente possuir US$ 25.00 no bolso e não desistir do sonho de dar uma vida melhor para o seu filho e para ele mesmo, mudou o rumo de sua história e hoje possui uma fortuna que há época de lançamento do filme e do seu livro - homônimos, estava avaliada em US$ 600 milhões.

Assisti novamente ao filme e confesso que sábado que vem vai passar na TV a cabo e eu assistirei de novo e após assistir pesquisei um pouco sobre a história fantástica desse vendedor. Confesso, sou apaixonado por vendas e em tudo que é relacionado a ela, e eu me apaixonei por esse filme, que me foi indicado por minha mãe na época do lançamento do mesmo.


Nessa pesquisa que fiz encontrei uma entrevista realizada com o repóter Osmar Freitas Jr, da revista Isto É e que está publicada no seguinte endereço: www.terra.com.br/istoe/1943/economia/1943_mendigo_milionario.htm

Muitas coisas me chamaram a atenção no filme, como a persistência, confiança, determinação, objetividade, força, esforço, espírito empreendedor, gana e muitas outras coisas. E na entrevista, que citei acima, entre muitas coisas que me chamaram a atenção, somente duas eu gostaria de transcrever aqui:

* A primeira - "Nos anos 80, Gardner vivia em San Francisco, onde trabalhava com venda de equipamentos médicos. Um dia, ele viu um sujeito numa Ferrari vermelha procurando vaga num estacionamento no centro da cidade. Impressionado com a máquina, ele ofereceu a sua vaga. 'Falei para ele, você pode estacionar no meu lugar, mas me responda duas perguntas: O que você faz? E como você faz?' O dono da Ferrari disse que era corretor da Bolsa de Valores, vendia ações e faturava US$ 80 mil por mês – uma verdadeira fortuna na época. Ali, no ato, surgiu a inspiração indicando o caminho do ouro: 'Naquele momento tomei duas decisões: entrar no negócios de ações e comprar uma Ferrari no futuro', conta Gardner." - Humildade, entretanto com ambição e visão.

* A segunda é uma frase que ele, Chris Gardner, soltou no meio da entrevista - " Neste mundo existem dois tipos de pessoas: Aqueles que vêem um monte de estrume e o identificam como merda e os que reconhecem ali uma boa quantidade de fertilizantes".

Espero que, se você assistir a esse filme, goste dele e depois comente comigo, afinal trocar experiências faz parte da arte de fazer negócios. São essas trocas que nos disponibilizam grandes negócios.

Um grande abraço,

Fiquem na paz!

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Abordagem – 6 dicas para abordar seus clientes

Esta mensagem eu recebi no e-zine da Revista Venda Mais no dia 01/09, espero que vocês se deleitem com esta leitura, achei o tema muito bom.

  1. Seja acessível, tenha sempre um sorriso e não se esconda na loja. Fique sempre em um lugar visível.
  2. Tenha uma aparência de sucesso. Vista-se bem e use roupas que combinem com o seu ramo de negócio. Aparente a realidade de seu cliente.
  3. Fuja do convencional, não aborde o cliente com palavras negativas do tipo "pois não". Seja um vencedor, comprimente-o com um caloroso "bom dia!". Pergunte em que pode ajudá-lo ou se você já sabe o que o cliente quer, faça um comentário positivo sobre o produto ou serviço.
  4. Ofereça seus serviços e se apresente como alguém que pode ajudar, não como quem deseja vender.
  5. Não seja "vendedor chiclete". Muitos ficam tocando no cliente, empurrando-o para dentro da loja. Lembre-se de que algumas ser tocadas. Muitas vezes, um sorriso agradável com um movimento de corpo gera mais resultado que um aperto de mão.
  6. Demonstre harmonia, melodia e ritmo. Como em uma música, na venda tudo tem de estar em sincronia. Sua aparência precisa estar em harmonia com o que está falando e vendendo. Você deve escolher as palavras certas para dizer ao cliente (isso é melodia). E o ritmo da abordagem é o que dará o tom da venda - não acelere demais nem seja lento na frente dele.
Texto de Fabiano Brum que é conferencista nas áreas de Marketing, Motivação, Atendimento e vendas. www.wnet.com.br/fabianobrum

www.vendamais.com.br


Um abraço e espero que tenham gostado.

Fiquem na paz!

Faça o que é certo, Ajude sempre que puder


Olá, sou assinante da e-zine Venda Mais e na semana passada (26/08) recebia a história abaixo e resolvi compartilhá-la com vocês. espero que vocês se deleitem com esta história do Raúl Candeloro, palestrante e editor da Revista Venda Mais.


"A história de hoje acabou ficando meio longa. Se estiver com pressa, guarde-a e deixe para ler depois. Mas se tiver três ou quatro minutos, acho que vai gostar.

Estou em Cuiabá, fazendo um trabalho com o pessoal do Sicredi daqui – um workshop de dia inteiro sobre o CHA das vendas.

Ao sair do aeroporto, que na verdade fica em Várzea Grande, e já indo para o hotel, passo em frente a uma série de bares e restaurantes que há ali perto – o que me faz relembrar de uma situação ocorrida muitos anos atrás.

Estava no começo da carreira de palestrante e voltava de uma apresentação no interior do estado. Cheguei ao aeroporto à uma hora da manhã e, como meu vôo só saía às cinco, tinha várias horas
para preencher. Contemplando as opções disponíveis, resolvi comer um sanduíche numa das lanchonetes próximas, pois ainda não havia jantado.


O problema é que tinham pagado a palestra em dinheiro, e eu estava com um maço no bolso. Não era exatamente a situação mais confortável à uma da manhã em Cuiabá (ou em qualquer capital brasileira). Por isso, decidi escolher o bar mais cheio, imaginando que, de certa forma, estaria 'protegido'.

O problema foi arranjar uma mesa. Finalmente, consegui uma, porém era o contrário do que eu queria. Não era na calçada (adoro mesas ao ar livre), e sim dentro do bar, ao lado do balcão. 'Bom,
pelo menos, serei atendido mais rapidamente, e ali com certeza não vou ter problemas', pensei.


Sentei, exausto (estava realmente cansado), pedi um suco de laranja e notei um hippie com cara de gente boa do outro lado da rua, com uma hippie loira – bonita para alguém naquela situação – com uma criança dormindo no colo. Uns cinco minutos depois, o hippie se levantou, pegou uma tábua de madeira fina repleta de bugigangas penduradas, atravessou a rua e foi vender suas quinquilharias no nosso bar.

Sempre analiso essas situações de venda com atenção, porque acho divertido o processo de observar uma venda 'de fora'. Dessa vez, não foi diferente. Só não sabia como isso criaria uma cena que nunca mais esqueceria na vida.

Sentado no fundo do bar, o vi passar em todas as mesas, uma por uma, oferecendo a quem estava sentado seus colares, pulseiras e brincos. Na primeira, começou alegre e descontraído, porém seu semblante e feições foram mudando conforme avançava entre as mesas e ninguém comprava.

Não era bem um olhar de raiva, e sim de frustração melancólica – uma tristeza que visivelmente ia ganhando espaço. Para quem estava olhando de trás da mesa o processo todo, a mudança era visível. 'Desse jeito', cogitei, 'não vai vender nada, coitado'. 'Sorria', pensava eu.

E foi assim, até chegar à minha mesa. Sua reação ao me ver foi de surpresa. Afinal de contas, era o único de terno e gravata ali. Ele parou, abriu um sorriso e me perguntou 'Posso pedir 30
segundos da sua atenção?'. O que podia dizer? Respondi sim, lógico – mais por curiosidade e, admito, também um pouco de pena por um colega de profissão que havia escolhido um caminho esquisito para sua vida.


'Sou pai. Minha filha está dormindo no colo da mãe, que eu amo de paixão, ali na frente do bar. Vendo esses colares e brincos para viver. Vamos de cidade em cidade e assim conhecemos o Brasil e quem sabe o mundo. Hoje, passei o dia vendendo e consegui pagar nossa comida e um lugar para dormir. Geralmente, a esta hora, estamos descansando, mas amanhã é um dia especial. Minha filha faz aniversário e eu queria comprar um pequeno bolo para ela. Algo simples, mais uma lembrança do que nada. Ela não tem muitos brinquedos, porém coisas assim a deixam muito feliz. E quando ela está feliz, minha esposa e eu ficamos também. Então, hoje fiquei até mais tarde vendendo. Minha esposa veio junto, pois queria me dar uma força e ajudar. A menina está lá fora. Estava brincando, mas está tarde – não agüentou e foi dormir.

Antes de voltarmos ao alojamento, pedi para minha esposa uma última chance. Achei que neste bar venderia alguma coisa. Passei em todas as mesas, mas está todo mundo muito ocupado, conversando e se divertindo. Ninguém comprou. Você poderia me ajudar e comprar alguma coisa?', explicou.

O que você diz numa hora dessas? Primeira opção: ele está mentindo. A história é muito boa e ele a conta para todo mundo. Está me manipulando emocionalmente e aproveitando a característica humana de querer ajudar os outros. O problema com essa opção é: e se ele estivesse falando a verdade? Mesmo que mentisse, faria diferença? 'Maldito cinismo da vida moderna', pensei.

De tanto ver maracutaias, acabamos acreditando que todo mundo é malandro. O coitado aqui, sendo honesto e tentando vender, com uma filha pequena ainda por cima! Comecei a brigar mentalmente comigo mesmo. Seria verdade ou mentira aquela história comovente?

Na dúvida, faço sempre a coisa certa, nessas horas, e sigo minha consciência. Eu não conseguiria dormir depois com qualquer outra decisão que não fosse ajudá-lo. Se estivesse errado em relação à sua inocência... paciência. A minha parte eu fiz corretamente.

Tirei muito discretamente uma nota de 50 do bolso. Dei para ele, escolhendo um colar de 20 reais. Falei para ele ficar com o troco. 'Um presente de aniversário para sua filha', disse.

Ele levantou e queria me abraçar. Foi muito engraçado. Ele dava pequenos pulos de alegria. Não queria aceitar o troco de jeito algum. Tive de insistir (se era um pilantra, era muito, muito bom e com certeza merecia o dinheiro!).

Fiquei observando-o voltar. Ele atravessou a rua correndo com os 50 na mão, como um homem que sai para caçar e volta com comida para casa. A esposa abriu um sorriso imenso e, com a criança no colo, beijou o marido. Os três se abraçaram e começaram a conversar. Ele obviamente explicava muito animado o que tinha acontecido. Então, os dois se voltaram para o bar e me viram. Ele fez um sinal de positivo, ela sorriu e pude notar que dizia 'obrigada'. Sorri de volta, fiz o sinal de positivo e o de que estava na hora de dormir também. Sorriram e saíram pela rua. Sentei constrangido, mocionado, sem saber bem o que fazer ou pensar.

Ali, no meio daquela confusão, uma cena belíssima de pureza quase imaculada tinha acabado de acontecer. Um pai, uma mãe, uma filha dormindo no colo, um palestrante cansado que só queria um sanduíche, um bolo de aniversário... acho que mais ninguém viu. Estava todo mundo muito ocupado, conversando e se divertindo.

Sempre que passo por aqui, relembro a história e não esqueço dos três juntos indo embora pelo outro lado da rua. Onde estarão? O que terá acontecido? Perdi o colar numa das tantas mudanças que fizemos recentemente, mas as lembranças vão ficar para sempre. Principalmente de que podemos sempre ajudar. Basta estar aberto, prestando atenção ao que acontece à nossa volta e lembrar que, muitas vezes, algo que é pequeno e sem muita importância para nós pode ser muito valioso para outra pessoa.

Por isso, siga sua consciência. Quando estiver em dúvida, faça o que é certo, e ajude sempre que puder, mesmo que seja à uma hora da manhã e você esteja exausto.

Durma tranqüilo,"

Raúl Candeloro
www.vendamais.com.br

Tenha um bom restante de semana...

Fique na paz!