sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Indícios de uma demissão


"As duas principais causas de demissão são o baixo desempenho e os problemas de relacionamento com o chefe", garante o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil, Rodofo Ohl. Entretanto existem diversas outras causas e o melhor é que é possível antever e se antecipar às demissões.


De acordo com o site InfoMoney, eles ouviram três especialistas em Carreiras, que fizeram o levantamento dos indícios de que o profissional corre sério risco de perder o emprego e o que deve ser feito a respeito. Confira, a seguir, todos eles.


Os seis Indícios


Mudanças estruturais e corte de funcionários


As mudanças são importantes para que as empresas se mantenham competitivas. O problema é que elas acabam envolvendo a criação de novos postos, substituição ou desligamento de alguns profissionais. "Em alguns casos, o profissional ganha com a mudança. Em outros, ela abre caminhos para que as pessoas ofereçam suas competências a outras empresas", ameniza Ohl.


Para a supervisora de Consultoria Virtual e Serviços de Apoio à Carreira da Catho Online, Gláucia Santos, em situações de demissão em massa, o profissional deve analisar qual o perfil das pessoas que estão sendo desligadas. "Analise o tempo que elas têm de empresa, se são jovens ou mais velhas, qual a formação delas, se são todas de uma mesma área, se de fato cometeram alguma falha...", recomenda.


"Se você estiver dentro do perfil, é interessante que se antecipe e já comece a procurar outro emprego. Caso se trate de uma ação estratégica da empresa, por mais que você seja competente, será demitido", diz ela.


O sócio-diretor do Grupo Bridge, Celso Braga, concorda que não há muito a fazer nesses casos. "Saia bem, deixe as coisas organizadas e se despeça das pessoas. A rede de relacionamentos pode ajudar futuramente. Além disso, mantenha-se antenado e atualizado. Há muitas vagas em posições especializadas que não estão preenchidas, mesmo em um momento de crise econômica".


Seu departamento quase sempre termina o mês no vermelho. Há tempos, ele não dá resultados positivos e a diretoria já fala em fechá-lo


"Se o problema for eficiência, você é responsável também. O que fazer? Busque alternativas de solução, envolva-se e não fique de fora. Lidere a virada, traga a equipe para junto de você, mesmo que não seja o líder da área", aconselha Braga.


Desta maneira, segundo ele, mesmo que o departamento feche, o profissional será convidado a trabalhar em outra área, graças à sua disposição. "Se for um caso de perda de projetos ou de realinhamento de um processo, precisará se apresentar como alternativa para outras áreas, mas você deve estar preparado para elas", acrescenta.


Para se preparar para outra área, faça cursos, estude, converse com as pessoas e se interesse pelos negócios da empresa.


Os conflitos com colegas, fornecedores, clientes ou até mesmo com o chefe já fazem parte do seu dia-a-dia


"As empresas são formadas por pessoas. A compreensão e o respeito da diversidade é muito importante. Sempre temos que buscar harmonia nas relações interpessoais. É um excelente exercício para alcançar altas posições nas organizações", analisa Rodolfo Ohl.


Quanto aos conflitos com o líder, ele avalaia que " o chefe é um dos principais clientes de um profissional". E explica: "É ele quem vai definir quais profissionais trabalharão com ele hoje e no futuro". Por isso, o profissional deve sempre buscar um excelente relacionamento com o seu chefe.


Nunca é tarde demais para buscar o bom relacionamento com os colegas de trabalho. Em caso de conflitos, converse com as pessoas (entre quatro paredes, nunca na frente dos demais!). Se for o caso, peça desculpas, chame-as para almoçar, compareça ao happy hour e seja prestativo no dia-a-dia. Demonstre que sabe trabalhar em equipe.


Entrou um novo diretor, que veio da concorrência, e ele provavelmente irá trazer sua equipe


O líder perde muito com a atitude, pois acaba demitindo pessoas que conhecem a cultura e o histórico da empresa, bem como perde a oportunidade de formar novos talentos. Em todo caso, acontece, e muito, porque as pessoas são inseguras e acham que não irão obter os resultados esperados sem velhos conhecidos ao seu lado, que funcionam como uma espécie de blindagem.


De qualquer maneira, na opinião do sócio-diretor do Grupo Bridge, nessas situações, os melhores ficam, já que a sua visibilidade não é só local, mas no mercado. Por isso, na chegada de um novo líder, tenha em mente que precisa ser um dos melhores, entregue resultados, desenvolva sua capacidade de visão sistêmica e agregue valor para outras áreas, atendendo bem seus clientes internos.


O profissional não recebe mais nenhum projeto... Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado


Pode ser que seu desempenho esteja abaixo do esperado. Para Gláucia Santos, é importante ter a percepção de que isso está acontecendo antes que a situação se agrave.


"Questione, mas não precisa cobrar participação de tudo. Se o líder disser que não passou no trabalho porque gostaria de alocar outras pessoas para agregar mais ao projeto, tudo bem. Agora, se ele disse que é porque vê que você já está muito atarefado, quando na verdade você não está, fique atento! Mostre que tem disponibilidade e interesse e peça um feedback, para clarear o que a empresa pensa de você", diz Gláucia.


De acordo com Rodolfo Ohl, os chefes, em muitos casos, verbalizam sua insatisfação em relação ao desempenho do profissional, mas, caso seu chefe não faça isso, pergunte se há algo errado.


Para quem está ciente do baixo desempenho e deseja reverter o quadro, a sugestão é fazer uma lista de todos os projetos e atividades que realizou e os resultados alcançados. "Faça uma análise sincera do que pode ser melhorado, desenvolva um plano de ação e agende uma reunião com seu superior imediato para discuti-lo. Isso demonstra prostividade", diz Ohl.


Você é inovador, tem visão de negócios, mas, na hora de falar inglês, deixa todo mundo decepcionado. Isso se chama falta de competência técnica


"Todo profissional deve avaliar como estão suas competências técnicas", alerta o diretor de Vendas e Operações do Monster Brasil. "O profissional deve lembrar que é responsável pela sua carreira e deve reservar tempo e dinheiro para investir em seu crescimento e desenvolvimento profissional", enfatiza ele.


Não entre em pânico!


É comum, nas situações citadas, o profissional questionar se o trabalho dele é importante para a organização. O medo da demissão parece inevitável. "É importante pôr o pé no chão. Não é demitido apenas quem comete falhas, mas também quem não se destaca. Se a equipe não demonstra confiança, não compartilha informações e trabalho, algo pode estar errado", avisa Gláucia.


Por outro lado, é essencial fugir da paranóia. "Se sua equipe precisa de você, confia em você, e seu líder te dá feedback positivo, acredite mais em você", diz ela. A questão é que, segundo Gláucia, transparecer insegurança pode prejudicar a carreira, já que o profissional coloca em questão sua competência. "O medo da demissão será um reflexo do quanto o profissional confia em si", completa ela.


Reportagem extraída do site www.infomoney.com.br


Um grande abraço


Fique em paz!

Se recuse a fugir da luta!

Encontrei esse vídeo no Youtube, infelizmente não sei quem é o seu criador, mas agradeço por ter feito esta obra.

Sinceramente, me arrepiei ao assiti-lo, ver cenas que me lembro - mesmo que vagamente, afinal eu era muito novo - e ouvir essas frases "I refuse to walk away from the fight. Is my nature. To go right to the end." Eu me recuso fugir da luta. É minha natureza. Ir até o fim.

Veja este vídeo até o final e comente o que você achou.

Um abraço,

Fique em paz!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Procrastinar, O que você está deixando para depois?


"Enquanto nós estamos adiando, a vida passa." Aristóteles

"Oh! Amanhã será um grande dia. Mas o que acontecerá amanhã?" Victor Hugo

Estava lendo alguns e-mails antigos e encontrei um texto de Karen Jardzwski, publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br.

E então, o que você está deixando para depois?

Há gente que é especialista na arte de procrastinar. Aliás, acho que todas as pessoas têm essa mania em algum momento, mesmo que seja por motivos diferentes. O problema é que isso costuma provocar problemas: piora nossa administração do tempo, deixa-nos estressados, angustiados e, também, pode prejudicar muito o desempenho profissional.

E como parar de procrastinar? Acho que, em primeiro lugar, é importante detectar por que deixamos as coisas para depois. Comecei a observar as pessoas e percebi que, em geral, costumamos adiar uma tarefa ou compromisso basicamente por três razões: medo, pouca ou nenhuma afinidade com o que precisa ser feito ou falta de tempo.

O medo pode ser gerado pela ausência de capacidade em realizar uma tarefa, p. exemplo, uma pessoa que desde o início de sua vida escolar tem dificuldades com números, mas sempre se sai bem em outras matérias.

Outro fator do medo pode ser as más lembranças, ou seja, a tarefa foi realizada em outra oportunidade e gerou uma experiência traumática. E também pode ser pelo fato de darmos muita importância para a opinião dos outros, e vamos adiando algo pelo medo da reação deles.

A falta de afinidade é gerada pelo fato de achar a tarefa chata mesmo. Todo mundo tem funções das quais não gosta muito. E no caso da falta de tempo, esta ocorre pela maneira como são gerenciadas as nossas tarefas.

Após analisarmos os motivos de deixar algumas atividades para depois, a Karen nos diz aqui algumas soluções para os motivos da procrastinação.

Em relação ao medo por falta de capacidade, não há jeito, só existe uma solução: aprender! Isso significa estudar mais, ler mais, aprender mais. Quanto as experiências negativas, o melhor a fazer é descobrir por que não foram bem-sucedidas, não repetir erros e pensar que a gente sempre tem a chance de fazer diferente e obter resultados melhores.

E sobre a expectativa em relação às opiniões alheias, é melhor se conscientizar de que alguém sempre vai achar alguma coisa. Precisamos aprender a lidar melhor com isso, às vezes, dando menos importância e outras, ouvindo mais (mas isso já é um assunto para tratarmos depois).

E quanto à falta de tempo, precisamos aprender a gerenciá-lo melhor. Isso vai ajudar inclusive a lidarmos melhor com os outros motivo que nos fazem procrastinar. Dedique um tempo para isso! Aliás, para e pense na razão pela qual você tem procrastinado algumas tarefas e compromissos. E faça isso logo, pois o fim do ano está chegando e, nessa época, é comum ficarmos desesperados com tanta coisa para fazer.

Aposto que há alguma coisa que você tem de fazer ou algum objetivo que deve realizar ainda este ano. Então, não deixe para última hora, faça agora! E se sobrar um tempinho, escreva para nos contar como estão suas realizações para 2008, o que você já conquistou, o que está procrastinando e qual é a expectativa para fechar o ano! Não deixe para depois escreva já!

Abração

Fique em Paz!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Carreira - Coloque Melodia, Harmonia e Ritmo em sua vida profissional


Em um texto, também da e-zine Venda Mais de 13/10/08, o palestrante e consultor nas áreas de Vendas e Motivação, Fabiano Brum fala sobre a importância de colocarmos Melodia, Harmonia e Ritmo em nossas carreiras.

Os profissionais podem melhorar suas performances em suas carreiras se observarem as lições que a música ensina:

* Melodia - É a combinação de notas que são aplicadas sucessivamente, por exemplo: o solo de um instrumento. Todo profissional deve conhecer a fundo seus produtos e o mercado para não desafinar na frente do cliente. A apresentação de um produto deve ser feita de forma lógica, utilizando técnica, razão e também emoção.

* Harmonia - É um conjunto de sons simultâneos, por exemplo: os acordes que formam a base para uma melodia. Além de trabalhar em equipe, é preciso ter harmonia nas questões pessoais, profissionais, mentais e espirituais. Se o profisisonal não estabelecer simetria entre essas áreas, a concentração estará comprometida no momento da apresentação, e não conseguirá dar um show.

* Ritmo - É o movimento ordenado dos sons no tempo, com suas acentuações, durações e pausas. O profissional deve planejar seu dia para ter ritmo em seu trabalho. Uma agenda ordenada, assim como a análise prévia dos seus clientes antes das visitas, faz com que qualquer profissional adquira um movimento contínuo, cadência e esteja sempre ativo. A falta de ritmo é o grande problema da maioria dos profissionais.

Não tem um ditado que diz "quem canta os seus males espanta"?

Então, faça de sua vida profissional uma constante música, com bastante melodia, harmonia e ritmo desenhe o seu futuro, desenhe o seu presente, faça um grande concerto em sua carreira. Você merece.

Um grande abraço,

Fique em paz!

Atendimento - Dê um show e venda mais


Matéria publicada por Paulo Araújo, autor dos livros Motivando o Talento Humano e Motivação Hoje e Sempre, no e-zine da Revista Venda Mais de 13/10/08.

Hoje, o cliente quer uma nova experiência de consumo e, para isso, é preciso ter profissionais dispostos a criar e participar de um grande show organizacional. Veja seis pontos para você dar um show no seu atendimento.

1. Cooperação X Competição - A melhor forma de crescer é contribuir para o crescimento alheio.

2. Trabalhe em Equipe - Cada ser é único, repleto de aspirações e motivações distintas que podem ser a chave para o sucesso da equipe.

3. Foque o Positivo - Busque a causa e a solução do problema, preferencialmente, com a participação de todos os envolvidos no processo.

4. Seja Empático - Procure ampliar sua visão. Veja a situação com os "olhos do outro".

5. Use a Criatividade - Repense, crie novos hábitos e quebre preconceitos. Aprenda e procure novos caminhos.

6. Saiba Amar - Seja mais tolerante, pois sua velocidade nem sempre será a mesma do seu próximo. Compartilhe vitórias, sucessos e fracassos. Aprenda a amar no dia-a-dia.

Gostou dessas dicas? Comente aqui no nosso Blog. Escreva-nos.
Quer nos mandar um texto, compartilhar conosco, venha, participe. Serás sempre Benvindo!

Abraço,

Fique em paz!

domingo, 26 de outubro de 2008

Como alcançar o sucesso... Esse é o Segredo!

"Levei vinte anos para me tornar um sucesso da noite para o dia." Eddie Cantor. Eddie Cantor foi um nova iorquino, que após muito tempo de trabalho árduo, persistência, paciência e acima de tudo, amar o que fazia, conseguio o tão sonhado sucesso, como ele mesmo descreveu na frase acima.

Estou lendo um livro de José Roberto Whitaker Penteado - Como eles chegaram lá. Nesse livro ele relata algumas entrevistas que ele mesmo fez com grandes empresários, como Roberto Dualibi, Christina Carvalho Pinto, Armando Ferrentini, entre outros.

Cada parágrafo que leio desse livro, descubro que não uma receita para o sucesso, como se fosse uma receita de bolo, mas sim, eles contam as melhores formas e como eles conseguiram chegar lá.

Armando Ferretini lista o que chama de "ingredientes básicos": disciplina, interesse, aplicação, esforço físico, alto nível de exigência, começando por si próprio. Mas atribui grande importância à sorte, ao acaso: " As coisas vão acontecendo e você vai agindo para que elas possam lhe trazer benefícios." Para ele, sorte existe, mas é sempre uma combinação de oportunidade com capacidade.

Eu particulamente não acredito no acaso, na sorte propriamente dita, mas acredito muito que com muito empenho, dedicação e - como Armando Ferretini mesmo disse, na combinação das oportunidades com capacidade. Se você aproveita as oportunidades e possui capacidade de fazer as coisas acontecerem, o sucesso é inevitável.

Roberto Dualibi, além de lacônico, mostrou-se fiel às origens libanesas quando declara que só há muito trabalho - incessante, constante, auto-gerado. "E uma vontade imensa de fazer melhor."

Acho fenomenal a forma suscinta do Dualibi definir a forma como conseguir o sucesso, por isso sou adepto a sua filosofia.

Por isso que se você acreditar e acima de tudo se esforçar para conseguir, o sucesso será uma mera conseqüência do seu trabalho.

Veja essa foto, acreditar é ou não é o segredo.

Comente comigo, o que você acha que é o sucesso? Você acredita que há uma receita para atingí-lo? Qual o seu segredo?

Um grande abraço,

Tenha uma ótima semana!

Fique na paz!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Pare de se preocupar!


"Eu sofri muitas catástrofes em minha vida, a maioria nunca aconteceu" Mark Twain

Há dias em que dá uma vontade de jogar tudo para o alto sair correndo. Afinal, são muitas as preocupações: futuro, crise econômica, violência, inflação, etc. Enfim, são tantas que é impossível não piorar nosso estresse. Você já se sentiu assim?

Acredito que sim, pois é algo muito comum. No entanto, para Brain Weiss, autor do livro Eliminando o Estresse, da Editora Sextante, as pessoas devem evitar as preocupações, principalmente aquelas sobre as quais não podemos nem temos poder para fazer algo. No livro, Weiss explica que, se não somos capazes de evitar os acontecimentos estressantes, podemos controlar nossa forma de reagir a eles. "Infelizmente, passamos mais tempo nos preocupando com o que acontece que tomando consciência da atitude que podemos assumir para nos defender", afirma.

Pense nisso na próxima vez que achar que o dinheiro não será o suficiente, o mercado só vai piorar, o mundo estará cada vez mais complicado, seu filho ficará doente, etc. Caso haja algo que você possa fazer para evitar determinado problema, concentre-se na solução. Agora, se for algo que fuja de seu controle ou até mesmo uma situação ruim que acha que vai acontecer, pare de se pré-ocupar! Cuide do presente, não fique criando possíveis problemas.

Em vez de desperdiçar seu tempo se preocupando, invista alguns minutos em cuidar de você. Escolha um CD de relaxamento com sons de riacho, chuva, canto de pássaros ou músicas suaves, deite em um lugar confortável para escutá-lo e não pense em nada, apenas respire e deixe sua mente livre. Ou leia um bom livro, faça uma viagem, enfim, tire um tempo para relaxar. Não pense que estará perdendo tempo. Experimente e veja a força desse investimento em você.

Por Karen Jardzwski, Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br.

Um grande abraço,

Fique na paz e até breve!

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

As 10 principais lições do O Maior Vendedor do Mundo, de Og Mandino

"O fracasso jamais me surpreenderá, se a minha decisão de vencer for suficientemente forte" Og Mandino - O Maior Vendedor do Mundo.
Você já leu esse livro? Não? Na última terça-feira (14) comecei a lê-lo pela 4ª vez e na quarta-feira (15) antes de chegar em Maceió terminei de ler. Que experiência maravilhosa.
Este livro é um livro para ser utilizado por profissionais de qualquer segmento, por estudantes, por todos, pois ele nos traz lições valiosas para o nosso dia-a-dia. Está em sua 61ª edição e vale a pena tê-lo em casa, ler, reler e aproveitar essa obra de arte.
Nesse post quero compartilhar com vocês 10 lições que considero principais e posteriormente irei comentar alguns capítulos e outros ensiamentos dele.
1º - Hoje começo uma nova vida - Assim ele começa o primeiro pergaminho, e diz "pois uma nova pessoa começa a germinar dentro de mim. Escolhi um novo caminho, mas atenho em minhas mãos o roteiro que me guiará por terras desconhecidas até alcançar o meu tesouro.
O ensinamento dos 10 pergaminhos de Og Mandino é mais como evitar o fracasso do que obter o êxito. Pois, "O fracasso é a incapacidade do homem em atingir seus objetivos na vida, sejam eles quais forem."
2º - Saudarei este dia com amor no coração - Este é o maior segredo do êxito. Todo dia é especial. Todo dia é diferente. Todo dia é único singular. Aceite os prêmios, pois são suas recompensas e receba de bom grado os obstáculos, porque eles são seus desafios.
"Amarei a ambição, pois ela pode inspirar-me; entenderei os fracassos, pois eles podem ensinar-me."
3º - Persistirei até vencer - É na persistência de um homem que se pode medir a sua bravura. Todos os dias somos testados para medir nossa bravura. Se persistir, se continuar a investir, somos bem sucedidos. Sempre dar um passo à frente. Se este não resultar em nada, dê outro e mais outro. Dar um passo de cada vez não é difícil.
Imagine se Einstein desistisse quando pela primeira vez lhe disseram que ele não podia?
4º - Sou o maior milagre da natureza - Somos únicos, desde os primórdios nunca houve nenhum como nós. Ninguém pode pensar como eu, nem como você. Somos únicos e essa singularidade é nossa maior diferença.
5º - Viverei hoje como se fosse o meu último dia - "Como esse dia é muito precioso, tamparei seu conteúdo de vida para que nenhuma gota se derrame na areia". Não desperdice o tempo pensando no passado e nem tampouco no futuro, pois não é possível transportá-los para o seu dia de hoje.
6º - Hoje serei o dono de minhas emoções - Não leve tristeza, melancolia, pessimismo, etc para os seus clientes, mas sim leve alegria, entusiasmo, claridade e riso e eles reagirão com otimismo.
Lembre-se que: "Fraco é aquele que permite que seus pensamentos controlem as suas ações; forte é aquele que forja suas ações para controlar seus pensamentos".
7º - Vou rir de mim e do mundo - Esta é uma forma de afastar as preocupações, ficar mais alegre, ter vida longa. Rir dos fracassos para que eles se evaporem, rir das vitórias para que elas atraiam outras maiores.
8º - Hoje centuplicarei meu valor - Como um grão de trigo que brota e cresce, também floresça para realizar seus sonhos. Você escolhe o seu destino, por isso estabeleça objetivos para cada dia, semana e mês de sua vida. O seu melhor desempenho deve ser o padrão sobre o qual você deve projetar o seu futuro.
Hoje supere o que fez ontem e amanhã o que fez hoje. Superar seus próprios feitos deve ser a sua missão.
9º - Agirei agora - Somente a ação transforma os sonhos, planos e objetivos em força viva. A ação é o alimento e a bebida que nutrirá o êxito.
A acomodação nasce do medo. Para romper o medo deve-se sempre agir sem hesitação. A ação aniquila o medo e forja um coração valente. "Somente a ação determina meu valor no mercado dos negócios e, para multiplicar meu valor, multiplicarei as minhas ações."
10º - Ter Fé - Ele fala em Buscarmos um abrigo numa força divina. Jamais devemos pedir as coisas materiais do mundo, mas sim devemos suplicar por orientação para que venhamos saber a maneira de adiquirir os bens materiais e a fartura.
Leia este livro, vamos conversar sobre ele.
Se gostou ou não do nosso artigo, comente conosco, todos os comentários serão sempre benvindos!
Um grande abraço
Fique em paz!

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Perguntas que vendem


Olá.
Faz uma semana que não escrevo aqui no nosso Blog e vocês devem estar se perguntando o porquê de termos passado tanto tempo longe de vocês.
Fui à minha terrinha natal visitar os meus familiares e descansar um pouco. Confesso que estava muito cansado e foi um período maravilhoso e o melhor é que será ainda melhor a nossa comunicação a partir de hoje. Podem ter certeza, vou tirar o atrasado.
Em minha busca constante por matérias e materiais interessantes em compartilhar com vocês, encontrei em uma antiga revista, Venda Mais (www.vendamais.com.br), minha - Julho/2005, e a matéria do Nelson Maschetti - Diretor de Recursos Humanos da RCS Auditoria e Consultoria, tem tudo a ver com o nosso Blog e com os assuntos que constantemente estamos tratando aqui. Espero que vocês gostem dessa matéria fantástica.
Atualmente, vender tem um forte componente de saber ouvir, forma potente para colher informações sobre as necessidades do cliente. A operacionalização eficaz desse componente sintetiza-se em técnicas de fazer perguntas abertas ou fechadas.
Perguntas Abertas - Geralmente utilizadas do começo ou durante a venda. O objetivo é sondar necessidades com inúmeras alternativas de respostas possíveis:
* Em que posso ajudá-lo?
* O que você espera do produto que está procurando?
* Quais os benefícios que você deseja com a compra deste produto?
* Por que você não gostou do produto que eu lhe ofereci?
Perguntas Fechadas - Geralmente utilizadas em situações de fechamento de venda ou próximas de um fechamento, cujas alternativas de respostas resumem-se a um sim ou a um não:
* Podemos fechar o contrato?
* Você pretende comprar pelo nosso crediário?
* Este produto atende ao que você precisa?
* Posso mandar empacotar?
No caso da resposta negativa, retornar às perguntas abertas é uma boa prática, pois permite precisar melhor as características do produto ou serviço oferecido, que podem, dessa maneira, se transformar em benefícios para o cliente.
Gostou dessa nossa nova matéria? Comente, então, conosco. Dê-nos sua opinião, e nos dê idéias para comentarmos em nosso blog. Será muito importante.
Lembre-se, somos só locutores de informações e aqui gostamos de compartilhar informações e conhecimento que adiquirimos ao longo de nossa carreira.
Um grande abraço,
Fiquem em paz!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Crise: O que vem aí...



WASHINGTON - Um dos mais experientes repórteres de uma grande agência de notícias em Washington saiu de um 'pueblito' latino-americano miserável há décadas e fez a vida na América.

Encontrei-o no fim de semana com cara de enterro na sala de imprensa do FMI (Fundo Monetário Internacional). Seu fundo de aposentadoria derreteu. O dinheiro reservado para a universidade do filho também. Como a maioria dos norte-americanos, a poupança da família estava na Bolsa. Só no último ano, a queda dos mercados subtraiu US$ 2 trilhões (quase dois PIBs brasileiros) dos fundos de aposentadoria. Tirou também muitos outros trilhões de quem simplesmente coloca sua poupança nesse tipo de aplicação.

Ao contrário da imagem que as Bolsas têm no Brasil, elas são 'o' instrumento de poupança nos EUA. Todos põem dinheiro ali, não apenas os especuladores. A situação de muitos norte-americanos hoje é a seguinte:

1) Estão significativamente mais pobres com a redução da poupança aplicada nos mercados. Um dos índices da Bolsa de Nova York, o Dow Jones, já caiu mais de 40% em um ano;

2) A divida de seus financiamentos imobiliários ('mortgage') superou o valor de suas casas, que ainda tende a cair mais. Há mais de 10 milhões de famílias nessa situação;

3) Nunca as famílias estiveram tão endividadas. Seus débitos eqüivalem a 140% do PIB nacional. Coisa de US$ 19,6 trilhões. Essa explosão de endividamento ocorreu a partir da recessão de 2000, quando incentivos à concessão de créditos tiraram o país da crise;

4) Os bancos que financiam essas dívidas imobiliárias e que gerem os investimentos das famílias também estão muito endividados e em enormes dificuldades. Alguns já quebraram. O problema deles é que muitos emprestaram mais de US$ 10 para cada US$ 1 que tinham em patrimônio real. Como? Assim como as famílias, se endividaram em níveis recordes.

Resumo: nunca as famílias e os bancos norte-americanos estiveram tão endividados.

Pergunta: você emprestaria dinheiro a eles?

Isso leva à questão seguinte: quais as conseqüências da atual crise?

Se a situação das Bolsas é um desastre, é porque os investidores simplesmente esperam lucros igualmente desastrosos nas empresas. A razão dessa péssima expectativa está na lógica do encadeamento dos pontos acima.

Mais de dois terços do PIB norte-americano são gerados pelo consumo das famílias. E ele é movido a crédito. Se os bancos e as famílias estão endividados até as tampas, não haverá crédito disponível na praça (como já acontece). O próximo passo é o colapso do consumo. As vendas nos EUA já estão caindo e será a primeira vez em mais de 17 anos que o país passará por isso.

E, infelizmente, o problema não pára aí. Apenas começa.

Se as empresas venderem e lucrarem menos, vão cortar a produção e o emprego. Se mais norte-americanos já endividados ficarem desempregados, haverá um reforço negativo das condições já muito ruins expostas acima.

(Parêntesis: na Califórnia, onde a tal crise 'subprime' começou antes, o nível de desemprego já bateu em 7,7%, bem acima dos 6,1% da média nacional. Isso antes das últimas turbulências).

O Tesouro dos EUA e o Fed (o banco central) sabem exatamente o rumo e proporções que a coisa está tomando. Daí o pânico e a promessa de trilhões para socorrer o mercado. Alguns mais pessimistas já falam no risco de uma 'Grande Depressão'. O próprio FMI diz que o mundo financeiro está 'à beira de um abismo'.

O problema (e ele não é pequeno) é que, para salvar a pátria, só restou aos EUA reforçar ainda mais a já pesada cadeia de endividamento norte-americana. Agora, será o próprio governo a se endividar barbaramente para tentar salvar seus também endividados bancos e consumidores.

Todos os bilhões e trilhões de dólares anunciados pelos EUA para socorrer os mercados nos últimos dias têm uma origem: o governo emite títulos do Tesouro e os vende no mercado em troca de uma remuneração _o juro. É assim que ele levanta as verdinhas.

O efeito colateral é que isso expande rapidamente a dívida pública e o déficit fiscal federal. A expectativa, antes mesmo do agravamento da crise, era de que esse déficit mais do que dobre dentro de dois ou três anos.

Os EUA ainda são o país mais rico do mundo e os mercados emergentes têm cerca de US$ 9 trilhões em reservas, 2/3 denominadas em dólares. Portanto, há dinheiro na praça para financiar o governo norte-americano nessa crise.

Mas cabe uma última pergunta: com consumidores, bancos e agora o governo tão endividados, você emprestaria dinheiro para os EUA? Qual a taxa de retorno (juro) que você cobraria para correr o risco? Se os EUA forem obrigado a subir o juro, o ciclo negativo de recessão só se agrava.

Uma indicação de que os EUA estão desesperados por dinheiro e financiamento foi que neste sábado (11.out), pela primeira vez em quase oito anos de governo, o presidente George W. Bush saiu da Casa Branca e veio para a sede do FMI, onde acontece sua reunião anual.

O motivo não poderia ser mais inusitado: pela primeira vez em sua vida, Bush foi à reunião do G20, grupo de países emergentes do qual o Brasil faz parte. Vários dos outros membros são os donos das reservas de US$ 9 trilhões que poderão, ou não, comprar títulos norte-americanos.

A crise é ainda bem mais grave do que parece.


Texto publicado em 11/10/08 por Fernando Canzian, 42, repórter especial da Folha. Foi secretário de Redação, editor de Brasil e do Painel e correspondente em Washington e Nova York. Ganhou um prêmio Esso em 2006. Escreve às segundas-feiras. E-mail.
Abraço!
Fique na paz!

As chaves para o sucesso nas negociações!



O site Wikipédia diz que: Toda negociação tem um ou mais objetivos e estes objetivos podem ser categorizados como ideais, realistas e prioritários. Os objetivos ideais são aqueles que poderiam ser concretizados caso o lado oposto da negociação estivesse de acordo com o que é pedido. Ambas partes da negociação podem oferecer resistência aos objetivos realistas de uma das partes e através de negociações exaustivas busca-se atingir um consenso sobre as prioridades de ambos os lados.

As negociações acontecem no momento em que as partes envolvidas estejam dispostas a realizar uma troca, ela acontece o tempo todo em torno deste princípio, de acordo com a regra de que é preciso dar poder antes de receber. O seu ponto chave está na concessões, e na premissa de que ambas as partes devem obter vantagens delas.

Alguns termos classificam os resultados das negociações, que podem ser ganha/ganha, ou perde/perde. Parte-se do principio de que em nenhuma negociação perde/ganha há uma vitória propriamente dita.

Um dos fatores críticos de sucesso para o bom resultado de uma negociação é que ambas as partes tenham bem definidas os objetivos realmente necessários dos que são resultados de um desejo e portanto objetivos pessoais. Os adversários devem se perguntar o que realmente é um objetivo que guiará o objetivo comum e quais que se não obtidos não influenciariam, ou influenciariam pouco no resultado final buscado pelo grupo.
O palestrante e especialista em atendimento e negociação, Alex de Miranda, fala no site da Revista Venda Mais sobre a chave da negociação e eu escreverei para vocês o que eu extraí dessa extraordinária matéria.
Ele diz que comumente - quando se consegue atingir um prospect, utiliza-se o termo "abrir uma porta" ou como vários autores chamam, conseguiu-se a "chave" para iniciar ou finalizar um negócio. Claro que nem sempre a chave ou a porta levam aos melhores caminhos para conquistar definitivamente um cliente, pois existem "passagens" e "aberturas" que não estão à vista, mas que devem ser descobertas para serem ultrapassadas.
Para tanto, é necessário que seja feito uma leitura completa do ambiente e verificar as "aberturas" que são apresentadas em uma negociação. Esse é o grande segredo, pois todos têm que sair ganhando, o cliente tem que estar satisfeito e o vendedor também, pois nem todas as vezes o que oferecemos é o que o outro precisa naquele exato momento.
Por exemplo, se uma pessoa entra em um estabelecimento com muita pressa e pede algo de forma muito rápida, naquele momento, ela não está interessada em saber vantagens, preços ou como funciona, e sim quer o produto logo, e ponto final.
As vezes quando nos preparamos para uma negociação importante, vamos com diversos benefícios que podem ser oferecidos e, na ansia de fechar logo essa negociação, saímos "despejando" tudo de uma vez. No entanto esta atitude pode muito bem ser interpretada como um pontapé para abrir a porta à força, ou seja, arrombá-la, e não utilizar a chave correta.
Por isso, analise a situação, ouça seu interlocutor, descubra do que ele precisa e encontre onde estão as chaves certas para abrir cada porta.
Cabe lembrar que nem sempre o caminho lógico é o correto. É como olhar um mapa antes de traçar uma rota: existe o caminho mais curto e há o melhor caminho, mas nem sempre eles serão o mesmo, portanto, não tenha pressa, descubra as melhores opções e mantenha seu foco no objetivo principal.
Lembre-se: Existem algumas chaves que podem abrir mais de uma porta, porém há aquelas em que primeiro é necessário descobrir qual a chave correta. Tenha sempre em mente que a melhor forma de entrar nem sempre é pela porta onde todos pensam ser a melhor alternativa.
Espero que tenha sido útil, comente conosco. Sua opinião é bem vinda e será aproveitada.
Um abraço,
Fique com Deus!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Atendimento é o princípio, ou o fim, de tudo!


Quantas vezes chegamos a uma loja, olhamos um produto na vitrine e ao mesmo tempo se aproxima um vendedor com a pergunta de sempre:

- Pois não, em que posso ser útil?

- Só estou olhando. – Uma das respostas mais ouvidas por todos os profissionais de vendas, em lojas de departamento.

Como estes clientes são uma constante, reações, das mais diversas possíveis, são comuns prováveis de serem tomadas pelos vários tipos de vendedores que existem no mercado. A mais comum delas é a seguinte:

- Tudo bem fique a vontade! Qualquer coisa que precisar, estou a sua disposição aqui – Prontamente responde o prestativo vendedor.

Lembre-se o cliente quer atenção, então por conta disso, não tome essa atitude. Lembre-se que, se ele entrou em sua loja é porque algum desejo ele possui por algum produto ou serviço seu. Por isso, não o perca!

Os produtos que normalmente pomos na entrada de nossas lojas são os produtos “chamariz”. São aqueles produtos que utilizamos para aguçar a vontade do cliente em comprar algo que temos a oferecer. Os verdadeiros produtos que queremos vender estão sempre em uma prateleira separada com especificações e detalhes sobre o mesmo.

Caso parecido aconteceu recentemente comigo. Minha esposa queria trocar o chuveiro de minha casa, e fomos a uma loja que vende tudo para construção e acabamento.

Na entrada da loja havia uma prateleira com um modelo de chuveiro que me parecia ideal, e eu – como prático que sou, já ia pegando-o para passar no caixa e resolver o problema de minha mulher o mais breve possível. Foi aí que surgiu a figura de um vendedor.

Ele me atendeu da forma como descrevi no início desse texto e quase ia desistindo quando eu fiz uma pergunta que ele mesmo poderia ter feito a mim:

- Você possui outros modelos de chuveiro? Ou somente esse?

Eu me preocupava com o preço, e aquele era o ideal, mas depois que vi os modelos, que ele me mostrou onde estavam, eu resolvi comprar um aparentemente melhorzinho.

Entretanto o meu objetivo não é contar uma história que aconteceu comigo, mas falar de um grave erro cometido por vários vendedores – que é o erro de não oferecer o produto e a partir daí superar as expectativas do cliente.

Imagine a mesma situação descrita por mim com o vendedor me falando o seguinte:

- Em nossa loja possuímos diversos modelos de diversas marcas e estão localizados na quarta prateleira a nossa direita. Deixe-me mostrar ao senhor, quem sabe o senhor não prefere levar um modelo que atenda melhor as suas expectativas e necessidades.

Mudou a venda. Surpreendeu ao cliente dele e fechou, nesse ato de extrema coragem e mudança de comportamento, a venda comigo. Poderia ser que eu não comprasse outro modelo, mas passaria por uma boa parte da loja, olharia diversos produtos – como o fiz, e quem sabe me interessaria por algo mais que somente o simples chuveiro.

Sendo assim, quero finalizar com o seguinte, a atitude demonstrada pelo vendedor ao seu cliente no ato de somente estar olhando, será o diferencial entre o sucesso e o fracasso daquela venda.

O cliente pode estar olhando naquele momento, mas ele entrou em sua loja por que sentiu vontade de ver algo que desperta a sua necessidade. Ele entra na loja por uma necessidade. As vezes pode ser que ele esteja sem os recursos para a compra naquele momento, entretanto a atitude do vendedor, o atendimento prestado por ele determinará se este primeiro passo será o início de uma venda futura, ou fim de uma venda, quero dizer, o início de uma venda perdida.

Não perca vendas, aja da forma correta. Agir de forma correta é simplesmente usar as ferramentas ideais, possíveis e imagináveis para satisfazer o outro.