"A dor é inevitável, mas o sofrimento opcional" Barbara Johnson
A crise está aí, não podemos fugir dela. Direta ou indiretamente, todos serão afetados, a questão agora é saber como devemos agir nesses tempos turbulentos – e é exatamente essa a grande dificuldade. Na maioria das vezes, não é a crise em si o problema, mas o fato de as pessoas não saberem o que fazer.
Agora, é uma crise econômica, mas, certamente, você e sua empresa já passaram por outras situações difíceis: podem ter enfrentado a perda de um grande cliente, o lançamento errado de um produto ou, quem sabe, até a saída inesperada de algum executivo importante. Essas e muitas outras situações podem aparecer a qualquer momento, provocando uma crise.
Portanto, é fundamental que todos os funcionários saibam como devem agir para garantir a continuidade da empresa e, consequentemente, seu emprego e, até mesmo, transformar a crise em oportunidade.
Com o objetivo de ajudar as pessoas nessa empreitada, a Motivação preparou uma matéria especial para a edição de fevereiro. Conversamos com diversos especialistas para trazer todos os conselhos e dicas de como se comportar nessas situações.
David Carlessi, consultor do IDORT/SP, especialista em treinamentos comportamentais e desenvolvimento de habilidades e atitudes gerenciais, explica que toda crise traz oportunidades. Tudo depende de como nos posicionamos diante dela.
“Se quisermos, podemos ficar do lado do choro, vitimização e depressão. É uma escolha! No entanto, se aproveitarmos esse momento para descobrir novas possibilidades de reposicionamento no mercado, carreira, trabalho, conhecimentos, habilidades e valores que desconhecíamos em nós, é bem provável que a crise será a oportunidade de ‘ouro’ que não estávamos enxergando”, comenta.
Por Karen Jardzwski. Material publicado na e-zine do site www.motivaonline.com.br
Abração...

Sabe aquela hora que bate uma fome? Usualmente, lá pelas quatro da tarde, quando você percebe que esqueceu de almoçar. Aquela sensação no estômago que incomoda, que faz você pensar em si uma coisa: conseguir comida. E aí é um pulo do escritório até a padaria ou banquinha de frutas da esquina. Essa passa a ser sua prioridade e a ela você direciona todas suas ações. Eu poderia usar outro exemplo semelhante, onde só uma coisa domina toda a sua mente, mas não fica bem em um site de família. Vamos ficar na necessidade de comida. Onde você passa a sonhar com aquele pão quentinho, a fumaça subindo, e dentro dele aquele festival de cores e sabores que é seu sanduíche preferido. Ou então aquele chocolate, derretendo na boca... Quantos de vocês estão sentindo fome agora? E que, por causa disso, está dividindo a atenção entre o texto e o estômago? Teve um pessoalzinho aí de São Paulo que até levantou e foi procurar uma bolacha ou barra de cereal nas gavetas.


